As novas mídias interativas, atualmente exercem grande influência em nossas vidas, pois, sem elas, torna-se quase impossível a realização de tarefas diárias, o que tem influenciado o nosso modo de vida através de novas e necessárias formas de se comunicar. Podemos dizer que utilizamos de muitas tecnologias o tempo todo, desde o momento em que acordamos, até mesmo durante o repouso noturno. Vamos aderir de forma significativa as Tecnologias na Educação(Mídias).
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Sugestão
Convido a visitarem, os blogs dos meus seguidores.Tem muita sugestão maravilhosa.Vale a pena!!!!!!!!!!
ESPECIALIZAÇÃO EM MÍDIAS NA EDUCAÇÃO
DENTRE ALGUNS DIAS, IREI PARTICIPAR DE UMA" ESPECIALIZAÇÃO EM MÍDIAS NA EDUCAÇÃO".MAIS UM PRESENTE DE DEUS.OBRIGADO SENHOR.
Produção de texto na alfabetização
Provocação
Se os alunos ainda não dominam completamente a escrita alfabética, não é possível trabalhar a produção de textos. Certo?
Errado. O conhecimento do sistema alfabético não é um pré-requisito para a elaboração de um texto. Definir o conteúdo que será escrito, adequá-lo a um propósito comunicativo e organizar as ideias são comportamentos escritores que não dependem da representação gráfica das palavras e que as crianças devem praticar desde a pré-escola. Uma das maneiras de trabalhar esses conteúdos é o ditado que os alunos fazem para o professor, o que torna possível às crianças se perceberem capazes de escrever antes de estar alfabetizadas.
Ponto de partida
Produzir texto sem escrever
Na ponta do lápis
Ler e escrever de verdade na 1ª série
Aulas que estão no gibi
Palavra de especialista
Com significado, desde o começo (por Delia Lerner)
Aquisão do código e compreensão do texto, ao mesmo tempo (por Ana Teberosky)
É preciso conhecer as características da linguagem escrita (Telma Weiz)
Projetos didáticos
Criar agendas telefônicas
Livro de parlendas preferidas
Reescrita de histórias conhecidas
Indicação literária
Texto informativo sobre filhotes
Legendas para fotos
Atividades permanentes
Escrever para aprender (em vídeo)
Ditado para escriba (em vídeo)
Leitura de textos informativos (em vídeo)
Interação com a linguagem escrita
Sequências didáticas
''Eu já sei ler gibi!''
Galeria de personagens
OBS: Li sobre essa matéria e achei muito boa, então quero compartilhar.Abraços!!!!!!!!!!!!!!!!!
Muita leitura feita pelo professor aos alunos.
Se os alunos ainda não dominam completamente a escrita alfabética, não é possível trabalhar a produção de textos. Certo?
Errado. O conhecimento do sistema alfabético não é um pré-requisito para a elaboração de um texto. Definir o conteúdo que será escrito, adequá-lo a um propósito comunicativo e organizar as ideias são comportamentos escritores que não dependem da representação gráfica das palavras e que as crianças devem praticar desde a pré-escola. Uma das maneiras de trabalhar esses conteúdos é o ditado que os alunos fazem para o professor, o que torna possível às crianças se perceberem capazes de escrever antes de estar alfabetizadas.
Ponto de partida
Produzir texto sem escrever
Na ponta do lápis
Ler e escrever de verdade na 1ª série
Aulas que estão no gibi
Palavra de especialista
Com significado, desde o começo (por Delia Lerner)
Aquisão do código e compreensão do texto, ao mesmo tempo (por Ana Teberosky)
É preciso conhecer as características da linguagem escrita (Telma Weiz)
Projetos didáticos
Criar agendas telefônicas
Livro de parlendas preferidas
Reescrita de histórias conhecidas
Indicação literária
Texto informativo sobre filhotes
Legendas para fotos
Atividades permanentes
Escrever para aprender (em vídeo)
Ditado para escriba (em vídeo)
Leitura de textos informativos (em vídeo)
Interação com a linguagem escrita
Sequências didáticas
''Eu já sei ler gibi!''
Galeria de personagens
OBS: Li sobre essa matéria e achei muito boa, então quero compartilhar.Abraços!!!!!!!!!!!!!!!!!
Muita leitura feita pelo professor aos alunos.
Veja como é possível estreitar a relação com a família e formar uma parceria produtiva
Veja como é possível estreitar a relação com a família e formar uma parceria produtiva
Roberta Bencini (Roberta Bencini)
Todo educador sabe que o apoio da família é crucial no desempenho escolar. Pai que acompanha a lição de casa. Mãe que não falta a nenhuma reunião. Pais cooperativos e atentos no desempenho escolar dos filhos na medida certa. Esse é o desejo de qualquer professor.
Segundo um estudo publicado no Journal of Family Psychology, da Associação Americana de Psicologia, as crianças que freqüentam festas e reuniões familiares têm mais saúde, melhor desempenho escolar e maior estabilidade emocional. E mesmo o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (Saeb), de 1999, apontou que nas escolas que contam com a parceria dos pais, onde há troca de informações com o diretor e os professores, os alunos aprendem melhor.
Diversos educadores brasileiros também defendem que a família realize um acompanhamento da escola, verificando se seus objetivos estão sendo devidamente alcançados.
Essa atuação dos pais ainda é bem rara, de acordo com os resultados de pesquisa realizada no ano passado pelo Observatório do Universo Escolar. A instituição, um braço do Instituto La Fabbrica do Brasil, parceira do Ministério da Educação, ouviu mais de 100 pais e educadores da rede pública e privada de todo país e constatou que só 13% das escolas públicas mantêm um relacionamento próximo com a família. Por outro lado, 43,7% dos pais de alunos da rede pública acreditam que, se fossem promovidos mais encontros e palestras interessantes, haveria maior integração com a escola.
Por que pais e professores ainda não conseguem se entender? Segundo a mesma pesquisa, a maior parte dos educadores atribui aos pais a origem dos problemas de disciplina. E apontam como fatores o novo modelo familiar, no qual os adultos permanecem pouco tempo em casa, ou ainda aquele que apresenta uma organização diferente da tradicional.
Confusão de papéis
Para a pedagoga Márcia Argenti Perez, do campus da Universidade de São Paulo (USP) em Ribeirão Preto, que estuda os conflitos entre a escola e a família, a culpa é do tempo maluco em que vivemos. "Mudanças que antes ocorriam em 100 anos agora acontecem em dez e está muito difícil acompanhar as novas exigências sociais e culturais", diz.
Hoje há uma confusão de papéis, cobranças para as duas instituições e novas atribuições profissionais para você. "Parece haver, por um lado, uma incapacidade de compreensão por parte dos pais a respeito daquilo que é transmitido pela escola. Por outro lado, há uma falta de habilidade dos professores em promover essa comunicação", afirma outro estudioso do assunto, o professor Vítor Paro, também da USP.
A escola deve utilizar todas as oportunidades de contato com os pais para passar informações relevantes sobre seus objetivos, recursos, problemas e também sobre as questões pedagógicas. Só assim eles vão se sentir comprometidos com a melhoria da qualidade escolar. Muitas instituições não informam à família sobre o trabalho ali desenvolvido e isso dificulta o diálogo. "Ou os pais cobram o que não deveria ser cobrado ou ficam desmotivados e não participam de uma comunidade que não deixa claros seus objetivos e dinâmicas", afirma Márcia.
Como melhorar a relação
Roberta Bencini (Roberta Bencini)
Todo educador sabe que o apoio da família é crucial no desempenho escolar. Pai que acompanha a lição de casa. Mãe que não falta a nenhuma reunião. Pais cooperativos e atentos no desempenho escolar dos filhos na medida certa. Esse é o desejo de qualquer professor.
Segundo um estudo publicado no Journal of Family Psychology, da Associação Americana de Psicologia, as crianças que freqüentam festas e reuniões familiares têm mais saúde, melhor desempenho escolar e maior estabilidade emocional. E mesmo o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (Saeb), de 1999, apontou que nas escolas que contam com a parceria dos pais, onde há troca de informações com o diretor e os professores, os alunos aprendem melhor.
Diversos educadores brasileiros também defendem que a família realize um acompanhamento da escola, verificando se seus objetivos estão sendo devidamente alcançados.
Essa atuação dos pais ainda é bem rara, de acordo com os resultados de pesquisa realizada no ano passado pelo Observatório do Universo Escolar. A instituição, um braço do Instituto La Fabbrica do Brasil, parceira do Ministério da Educação, ouviu mais de 100 pais e educadores da rede pública e privada de todo país e constatou que só 13% das escolas públicas mantêm um relacionamento próximo com a família. Por outro lado, 43,7% dos pais de alunos da rede pública acreditam que, se fossem promovidos mais encontros e palestras interessantes, haveria maior integração com a escola.
Por que pais e professores ainda não conseguem se entender? Segundo a mesma pesquisa, a maior parte dos educadores atribui aos pais a origem dos problemas de disciplina. E apontam como fatores o novo modelo familiar, no qual os adultos permanecem pouco tempo em casa, ou ainda aquele que apresenta uma organização diferente da tradicional.
Confusão de papéis
Para a pedagoga Márcia Argenti Perez, do campus da Universidade de São Paulo (USP) em Ribeirão Preto, que estuda os conflitos entre a escola e a família, a culpa é do tempo maluco em que vivemos. "Mudanças que antes ocorriam em 100 anos agora acontecem em dez e está muito difícil acompanhar as novas exigências sociais e culturais", diz.
Hoje há uma confusão de papéis, cobranças para as duas instituições e novas atribuições profissionais para você. "Parece haver, por um lado, uma incapacidade de compreensão por parte dos pais a respeito daquilo que é transmitido pela escola. Por outro lado, há uma falta de habilidade dos professores em promover essa comunicação", afirma outro estudioso do assunto, o professor Vítor Paro, também da USP.
A escola deve utilizar todas as oportunidades de contato com os pais para passar informações relevantes sobre seus objetivos, recursos, problemas e também sobre as questões pedagógicas. Só assim eles vão se sentir comprometidos com a melhoria da qualidade escolar. Muitas instituições não informam à família sobre o trabalho ali desenvolvido e isso dificulta o diálogo. "Ou os pais cobram o que não deveria ser cobrado ou ficam desmotivados e não participam de uma comunidade que não deixa claros seus objetivos e dinâmicas", afirma Márcia.
Como melhorar a relação
A discussão deve avançar na procura das melhores oportunidades de promover um encontro positivo entre pais e professores. Para isso acontecer, alguns conceitos precisam ser revistos.
Perceba a construção da família atual e não mistifique o modelo do passado como ideal.
Tenha claro que é direito dos responsáveis pelos estudantes opinar, fazer sugestões e participar de decisões sobre questões administrativas e pedagógicas da escola. "A educação é um serviço público, e o pai, um cidadão que deve acompanhar e trabalhar pela melhoria da qualidade do ensino", afirma a consultora pedagógica Raquel Volpato, de Botucatu (SP).
Apóie a Associação de Pais e Mestres, para que ela não se restrinja a apenas arrecadar dinheiro. Não dá para contar com os pais apenas na organização de festas.
Para que as reuniões tenham quórum, é preciso ter objetivos bem definidos e conhecer as famílias e a comunidade em que a escola está inserida. Planejamento é essencial. "A reunião não pode ser vista como uma prestação de contas", diz a pedagoga Márcia Argenti Perez.
Reflita sobre os preconceitos e as discriminações existentes na escola. Não é necessariamente o grau de instrução do pai e da mãe que motiva uma criança ou um adolescente a estudar, mas o interesse em participar de suas lições de casa e da vida escolar. "Como muitos pais têm um histórico de exclusão e fracasso escolar, existe medo e vergonha de trocar idéias e conversar com os educadores", afirma Márcia.
Não parta do princípio de que a família precisa ser ajudada pela escola e sim de que a escola precisa dela.
Todo diretor tem que dar conta da participação familiar e para isso a gestão não pode ser autoritária.
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
Quais foram os temas relevantes no Fórum Internet na Escola?
Quais foram os temas relevantes no Fórum Internet na Escola?
Software livre, webcurrículo e pesquisa na Internet foram tópicos de discussão entre educadores e especialistas
Estimado professor,
Durante este semestre alguns assuntos foram discutidos e nos levaram a várias reflexões sobre como e se estamos utilizando os Softwares Livres em nossas aulas; alguns de vocês deram sugestões, outros solicitaram mais esclarecimentos, porém, no geral, todos vimos que existem ferramentas que são gratuitas, de boa qualidade e que precisamos conhecê-las para podermos decidir se auxiliariam ou não em nossas disciplinas. Algumas universidades têm excelentes repositórios de softwares, os quais são colocados à disposição para que nós os utilizemos.
Outro tema que nos propiciou debates e muitas interações foi a Pesquisa na Internet. Aqui discutimos uma forma diferente de pesquisa, onde deixamos claro para os nossos alunos o que queremos e ele, por consequência, assume a tarefa de pesquisar, gerenciar e procurar a melhor maneira de divulgar o que foi solicitado em forma de publicação. Aqui, o aluno pode até mesmo copiar e colar, desde que logo a seguir ele selecione o que o texto copiado tem de importante para o objetivo de seu trabalho; após elaborar essa etapa o aluno terá que tratar os dados que foram coletados, e entra aí a fase de gerenciamento, onde ele deverá ver qual a melhor ferramenta para isso. De posse dos dados pesquisados e tratados, o aluno se depara com o momento de comunicar o resultado de seu trabalho, ele deverá pensar em seu público-alvo e procurar a melhor maneira de fazê-lo.
Os Pilares da Educação Digital nos conduzem a trabalhar com nossos alunos de forma sistematizada, promovendo a reflexão de seu trabalho e a sua publicação. É uma forma diferente e gostosa de trabalhar, vale a pena experimentar com seus alunos.
Também não podemos deixar de lembrar nossas discussões sobre Web Currículo; esse tema foi bastante abordado e nos possibilitou uma reflexão de como inserir em nosso currículo as TIC (Tecnologias de Informação e Comunicação) de forma transformadora e mediatizada. Claro que além desses temas, outras questões surgiram, assim como Internet na Escola, tecnologia na sala de aula, interação em comunidades, e muitos outros.
Software livre, webcurrículo e pesquisa na Internet foram tópicos de discussão entre educadores e especialistas
Estimado professor,
Durante este semestre alguns assuntos foram discutidos e nos levaram a várias reflexões sobre como e se estamos utilizando os Softwares Livres em nossas aulas; alguns de vocês deram sugestões, outros solicitaram mais esclarecimentos, porém, no geral, todos vimos que existem ferramentas que são gratuitas, de boa qualidade e que precisamos conhecê-las para podermos decidir se auxiliariam ou não em nossas disciplinas. Algumas universidades têm excelentes repositórios de softwares, os quais são colocados à disposição para que nós os utilizemos.
Outro tema que nos propiciou debates e muitas interações foi a Pesquisa na Internet. Aqui discutimos uma forma diferente de pesquisa, onde deixamos claro para os nossos alunos o que queremos e ele, por consequência, assume a tarefa de pesquisar, gerenciar e procurar a melhor maneira de divulgar o que foi solicitado em forma de publicação. Aqui, o aluno pode até mesmo copiar e colar, desde que logo a seguir ele selecione o que o texto copiado tem de importante para o objetivo de seu trabalho; após elaborar essa etapa o aluno terá que tratar os dados que foram coletados, e entra aí a fase de gerenciamento, onde ele deverá ver qual a melhor ferramenta para isso. De posse dos dados pesquisados e tratados, o aluno se depara com o momento de comunicar o resultado de seu trabalho, ele deverá pensar em seu público-alvo e procurar a melhor maneira de fazê-lo.
Os Pilares da Educação Digital nos conduzem a trabalhar com nossos alunos de forma sistematizada, promovendo a reflexão de seu trabalho e a sua publicação. É uma forma diferente e gostosa de trabalhar, vale a pena experimentar com seus alunos.
Também não podemos deixar de lembrar nossas discussões sobre Web Currículo; esse tema foi bastante abordado e nos possibilitou uma reflexão de como inserir em nosso currículo as TIC (Tecnologias de Informação e Comunicação) de forma transformadora e mediatizada. Claro que além desses temas, outras questões surgiram, assim como Internet na Escola, tecnologia na sala de aula, interação em comunidades, e muitos outros.
Como Participar da Vida da Comunidade Escolar?
Participação na escola
Quem participa da vida da comunidade escolar qualifica suas críticas, propostas, escolhas e promove seus direitos e deveres como cidadãos. Quais são os espaços de participação na sua escola? Discuta no Fórum Dicas para Melhoria da Qualidade na Educação.
Software livre e Recursos Educacionais Abertos
Você já utilizou software livre para elaborar algum projeto pedagógico? Já ouviu falar em REA - Recursos Educacionais Abertos? Propomos trocar experiências e discutir sobre essa temática, para começar a pensar em como incluí-la no planejamento de 2011. Participe no Fórum Internet na Escola.
Balanço do Fórum
Quem participa da vida da comunidade escolar qualifica suas críticas, propostas, escolhas e promove seus direitos e deveres como cidadãos. Quais são os espaços de participação na sua escola? Discuta no Fórum Dicas para Melhoria da Qualidade na Educação.
Software livre e Recursos Educacionais Abertos
Você já utilizou software livre para elaborar algum projeto pedagógico? Já ouviu falar em REA - Recursos Educacionais Abertos? Propomos trocar experiências e discutir sobre essa temática, para começar a pensar em como incluí-la no planejamento de 2011. Participe no Fórum Internet na Escola.
Balanço do Fórum
Quem é o dono da Internet?
Quem é o dono da Internet?
Quem nasceu no final da década de 80 não sabe o que é viver sem e-mail, mensagens instantâneas, redes sociais e Web. Em seus primeiros passos no mundo da informática, a primeira geração brasileira pós-ditadura já estava conectada ao mundo inteiro pela Internet e tinha acesso a mais informação que seus pais, avós e professores jamais tiveram. Sistema criado em 1969 para conectar quatro computadores militares com sistemas operacionais diferentes, a Internet foi liberada comercialmente no final da década de 80 (no Brasil ela chegou em 1995) é hoje um conjunto de dezenas de milhões de computadores interligados por meio de linhas telefônicas, cabos de TV, fibra ótica e satélites
Cada um desses computadores ligados à Internet faz parte de uma rede. Ao conectar-se via modem (pode ser modem a cabo, modem para conexão discada ou modem ADSL) ao seu provedor de serviços de internet, por exemplo, você passa a fazer parte da rede deles, que, por sua vez, conecta-se a uma rede maior e torna-se parte dela. A Internet é simplesmente uma rede de redes grandes, médias e pequenas.
Apesar de a Internet não ter um dono específico, ela é monitorada e mantida pela Sociedade da Internet, uma organização sem fins lucrativos que supervisiona a formação de políticas e protocolos que definem como usamos e interagimos com a Internet. Isso não significa que alguém está sentado diante de um computador central olhando tudo o que acontece na Internet e decidindo que tipo de informação circula na rede. Na verdade, essa entidade cria um sistema de regras e vocabulários padrão que permitem que as diferentes redes conversem entre si.
Sem essas regras, chamadas de protocolos, essas redes de computadores falariam idiomas diferentes e não se entenderiam. Outras empresas foram criadas para supervisionar a infraestrutura da Internet. A organização internacional IETF (Internet Engineering Task Force), por exemplo, é composta de vários grupos de trabalho que se concentram, cada um, em um assunto específico para manter a arquitetura e a estabilidade da rede. E a empresa Internet Corporation for Assigned Names and Numbers (Icann) é quem administra o sistema de nomes de domínios da Internet conhecidos como DNS. Cada computador conectado à Internet faz parte de um domínio e tem um endereço exclusivo na rede (IP address)
A Icann é quem associa esse número específico ao nome de domínio. Quando você navega na Web ou manda um a mensagem de e-mail, está utilizando um nome de domínio – aquela parte da url que vem depois do www ou depois do sinal @ num endereço de e-mail, como www.uol.com.br ou @gmail.com. Para que sua mensagem chegue ao destinatário ou para que a página do site que você busca seja carregada no seu navegador, esse nome de domínio precisa estar associado a um número, caso contrário, sua mensagem não chegará nunca ao destino. É exatamente isso que a Icann faz.
Nomes como “howstuffworks.com”, são facilmente lembrados pelas pessoas, mas não ajudam em nada as máquinas. Todas elas usam endereços de IP para se referirem umas às outras. A máquina a que as pessoas se referem como "www.hsw.com.br", por exemplo, possui o endereço de IP 216.183.103.150. Toda vez que se usa um nome de domínio, os servidores de domínios da internet (DNS) estarão traduzindo os nomes de domínio legíveis em endereços de IP reconhecidos pelas máquinas.
Nenhum governo ou empresa pode se considerar dono da Internet. Ninguém pode ser considerado dono do sistema inteiro, da mesma maneira que acontece com o sistema de telefonia. Por outro lado, milhares de pessoas e empresas são donas da Internet. A Internet consiste de várias partes diferentes e cada uma delas tem um dono, por exemplo:
• Provedores de Serviços de Internet – donos da rede física que transporta o tráfego da Internet entre sistemas de computadores diferentes (backbone da Internet). Podem ser operadoras de telefonia como a Embratel e a Telemar, entidades como a RNP (Rede Nacional de Pesquisa) e empresas de telecomunicações, como a Comsat Brasil ou a Impsat.
• Pontos de Troca de Tráfego (IXPs) – várias empresas e organizações sem fins lucrativos administram essas conexões físicas que interligam os backbones.
• Redes de computadores – se fizerem parte da Internet, têm donos. Os provedores de serviços têm sua própria rede, muitas empresas têm sua rede local, os governos têm sua rede. Cada uma dessas redes é uma parte da Internet e, ao mesmo tempo, uma entidade separada. Dependendo das leis locais, os donos dessas redes podem controlar o nível de acesso dos usuários à Internet, como na China. Até mesmo você que está lendo este artigo é dono da Internet. Você tem um aparelho para se conectar, não é mesmo? Pois esse aparelho faz parte de um sistema interligado, tornando-o proprietário de uma pequenina parte da Internet.
Como você pode ver, a Internet não tem um dono principal, mas os donos de cada uma das partes da rede podem influenciar no modo como ela funciona. Embora sua estrutura seja cuidadosamente desenvolvida e mantida, o conteúdo real da Internet continua a ser um espaço virtual que todos conhecemos e com o qual nos acostumamos.
Curiosidades Interessantes.
Quem nasceu no final da década de 80 não sabe o que é viver sem e-mail, mensagens instantâneas, redes sociais e Web. Em seus primeiros passos no mundo da informática, a primeira geração brasileira pós-ditadura já estava conectada ao mundo inteiro pela Internet e tinha acesso a mais informação que seus pais, avós e professores jamais tiveram. Sistema criado em 1969 para conectar quatro computadores militares com sistemas operacionais diferentes, a Internet foi liberada comercialmente no final da década de 80 (no Brasil ela chegou em 1995) é hoje um conjunto de dezenas de milhões de computadores interligados por meio de linhas telefônicas, cabos de TV, fibra ótica e satélites
Cada um desses computadores ligados à Internet faz parte de uma rede. Ao conectar-se via modem (pode ser modem a cabo, modem para conexão discada ou modem ADSL) ao seu provedor de serviços de internet, por exemplo, você passa a fazer parte da rede deles, que, por sua vez, conecta-se a uma rede maior e torna-se parte dela. A Internet é simplesmente uma rede de redes grandes, médias e pequenas.
Apesar de a Internet não ter um dono específico, ela é monitorada e mantida pela Sociedade da Internet, uma organização sem fins lucrativos que supervisiona a formação de políticas e protocolos que definem como usamos e interagimos com a Internet. Isso não significa que alguém está sentado diante de um computador central olhando tudo o que acontece na Internet e decidindo que tipo de informação circula na rede. Na verdade, essa entidade cria um sistema de regras e vocabulários padrão que permitem que as diferentes redes conversem entre si.
Sem essas regras, chamadas de protocolos, essas redes de computadores falariam idiomas diferentes e não se entenderiam. Outras empresas foram criadas para supervisionar a infraestrutura da Internet. A organização internacional IETF (Internet Engineering Task Force), por exemplo, é composta de vários grupos de trabalho que se concentram, cada um, em um assunto específico para manter a arquitetura e a estabilidade da rede. E a empresa Internet Corporation for Assigned Names and Numbers (Icann) é quem administra o sistema de nomes de domínios da Internet conhecidos como DNS. Cada computador conectado à Internet faz parte de um domínio e tem um endereço exclusivo na rede (IP address)
A Icann é quem associa esse número específico ao nome de domínio. Quando você navega na Web ou manda um a mensagem de e-mail, está utilizando um nome de domínio – aquela parte da url que vem depois do www ou depois do sinal @ num endereço de e-mail, como www.uol.com.br ou @gmail.com. Para que sua mensagem chegue ao destinatário ou para que a página do site que você busca seja carregada no seu navegador, esse nome de domínio precisa estar associado a um número, caso contrário, sua mensagem não chegará nunca ao destino. É exatamente isso que a Icann faz.
Nomes como “howstuffworks.com”, são facilmente lembrados pelas pessoas, mas não ajudam em nada as máquinas. Todas elas usam endereços de IP para se referirem umas às outras. A máquina a que as pessoas se referem como "www.hsw.com.br", por exemplo, possui o endereço de IP 216.183.103.150. Toda vez que se usa um nome de domínio, os servidores de domínios da internet (DNS) estarão traduzindo os nomes de domínio legíveis em endereços de IP reconhecidos pelas máquinas.
Nenhum governo ou empresa pode se considerar dono da Internet. Ninguém pode ser considerado dono do sistema inteiro, da mesma maneira que acontece com o sistema de telefonia. Por outro lado, milhares de pessoas e empresas são donas da Internet. A Internet consiste de várias partes diferentes e cada uma delas tem um dono, por exemplo:
• Provedores de Serviços de Internet – donos da rede física que transporta o tráfego da Internet entre sistemas de computadores diferentes (backbone da Internet). Podem ser operadoras de telefonia como a Embratel e a Telemar, entidades como a RNP (Rede Nacional de Pesquisa) e empresas de telecomunicações, como a Comsat Brasil ou a Impsat.
• Pontos de Troca de Tráfego (IXPs) – várias empresas e organizações sem fins lucrativos administram essas conexões físicas que interligam os backbones.
• Redes de computadores – se fizerem parte da Internet, têm donos. Os provedores de serviços têm sua própria rede, muitas empresas têm sua rede local, os governos têm sua rede. Cada uma dessas redes é uma parte da Internet e, ao mesmo tempo, uma entidade separada. Dependendo das leis locais, os donos dessas redes podem controlar o nível de acesso dos usuários à Internet, como na China. Até mesmo você que está lendo este artigo é dono da Internet. Você tem um aparelho para se conectar, não é mesmo? Pois esse aparelho faz parte de um sistema interligado, tornando-o proprietário de uma pequenina parte da Internet.
Como você pode ver, a Internet não tem um dono principal, mas os donos de cada uma das partes da rede podem influenciar no modo como ela funciona. Embora sua estrutura seja cuidadosamente desenvolvida e mantida, o conteúdo real da Internet continua a ser um espaço virtual que todos conhecemos e com o qual nos acostumamos.
Curiosidades Interessantes.
O que é Letramento Digital?
O que é Letramento Digital?
A palavra “letramento” vem se incorporando ao vocabulário da área da Pedagogia para conceituar um processo que vai além da decodificação do sistema alfabético da escrita e incorpora a compreensão dos usos sociais da escrita. Letramento digital, portanto, significa não apenas saber como utilizar as tecnologias digitais, mas entrar em contato com ele de maneira significativa, entendendo seus usos e possibilidades em nossa vida social.
A palavra “letramento”, embora não seja nova, tem aparecido com freqüência nas falas pedagógicas. Será um simples “modismo”?
O Dicionário Houaiss nos apresenta as seguintes definições de letramento: “1) ant. representação da linguagem falada por meio de sinais; escrita 2) PED m.q. ALFABETIZAÇÃO (processo) 3) (déc.1980) PED conjunto de práticas que denotam a capacidade de uso de diferentes tipos de material escrito”.
Observem que a terceira definição vem acrescentar um novo ponto de vista às anteriores: se as primeiras se referem à representação gráfica dos sinais da escrita, a última inclui a idéia de competência de uso da escrita.
Como vemos, letramento não vem substituir alfabetização. Por outro lado, a capacidade de decodificar as letras e suas combinações não garante que o indivíduo seja capaz de utilizar a leitura e a escrita nas suas situações sociais.
Vamos ver mais de perto a definição de Magda Soares: “(letramento é) o estado ou condição de quem exerce as práticas sociais de leitura e de escrita, de quem participa de eventos em que a escrita é parte integrante da interação entre pessoas”. Para atingir esse estado ou condição é necessário dominar o código escrito e, ao fazer uso dele, ser capaz de participar das situações sociais que exigem o uso da leitura e da escrita, a partir de suas necessidades pessoais ou da sociedade em que vive. Isto significa um amplo leque de situações do cotidiano das pessoas, que podem ser: escrever uma lista de compras; orientar-se na cidade com ajuda de um mapa; entender a posologia na bula do remédio; escrever um poema; ler o horóscopo ou o resumo da novela; buscar informações sobre a situação econômica; ler artigos científicos ou mandar uma carta para um amigo
O conceito de letramento, ao ser incorporado à tecnologia digital, significa que, para além do domínio de “como” se utiliza essa tecnologia, é necessário se apropriar do “para quê” utilizar essa tecnologia.
Trocando em miúdos: fazer um curso sobre um software de edição de texto, de imagem, ou planilha eletrônica nos ensina a dominar os códigos dessa linguagem, ou seja, a nos “alfabetizar” nela. Mas apenas se incorporarmos essas habilidades ao nosso cotidiano é que passarão realmente a fazer sentido e já fazemos uso delas quando utilizamos o cartão do banco, por exemplo.
No espaço escolar, contribuir para o letramento digital significa apresentar oportunidades para que toda a comunidade possa utilizar as Novas Tecnologias de Informação e Comunicação como instrumentos de leitura e escrita que estejam relacionadas às práticas educativas e com as práticas e contextos sociais desses grupos.
Nesse sentido, o Programa EducaRede, focando a utilização da Internet como espaço de aprendizagem significativa, desenvolve suas ações embasado no conceito de letramento digital, focando três grandes eixos complementares, ou grandes aprendizagens, que são: pesquisar na Internet, publicar na Internet e comunicar-se digitalmente. No Portal EducaRede, por exemplo, os conteúdos, ferramentas, propostas e ambientes tornam possível que os participantes exercitem características fundamentais no processo educativo: a curiosidade da Pesquisa, a autoria da Publicação e a troca da Comunicação.
A palavra “letramento” vem se incorporando ao vocabulário da área da Pedagogia para conceituar um processo que vai além da decodificação do sistema alfabético da escrita e incorpora a compreensão dos usos sociais da escrita. Letramento digital, portanto, significa não apenas saber como utilizar as tecnologias digitais, mas entrar em contato com ele de maneira significativa, entendendo seus usos e possibilidades em nossa vida social.
A palavra “letramento”, embora não seja nova, tem aparecido com freqüência nas falas pedagógicas. Será um simples “modismo”?
O Dicionário Houaiss nos apresenta as seguintes definições de letramento: “1) ant. representação da linguagem falada por meio de sinais; escrita 2) PED m.q. ALFABETIZAÇÃO (processo) 3) (déc.1980) PED conjunto de práticas que denotam a capacidade de uso de diferentes tipos de material escrito”.
Observem que a terceira definição vem acrescentar um novo ponto de vista às anteriores: se as primeiras se referem à representação gráfica dos sinais da escrita, a última inclui a idéia de competência de uso da escrita.
Como vemos, letramento não vem substituir alfabetização. Por outro lado, a capacidade de decodificar as letras e suas combinações não garante que o indivíduo seja capaz de utilizar a leitura e a escrita nas suas situações sociais.
Vamos ver mais de perto a definição de Magda Soares: “(letramento é) o estado ou condição de quem exerce as práticas sociais de leitura e de escrita, de quem participa de eventos em que a escrita é parte integrante da interação entre pessoas”. Para atingir esse estado ou condição é necessário dominar o código escrito e, ao fazer uso dele, ser capaz de participar das situações sociais que exigem o uso da leitura e da escrita, a partir de suas necessidades pessoais ou da sociedade em que vive. Isto significa um amplo leque de situações do cotidiano das pessoas, que podem ser: escrever uma lista de compras; orientar-se na cidade com ajuda de um mapa; entender a posologia na bula do remédio; escrever um poema; ler o horóscopo ou o resumo da novela; buscar informações sobre a situação econômica; ler artigos científicos ou mandar uma carta para um amigo
O conceito de letramento, ao ser incorporado à tecnologia digital, significa que, para além do domínio de “como” se utiliza essa tecnologia, é necessário se apropriar do “para quê” utilizar essa tecnologia.
Trocando em miúdos: fazer um curso sobre um software de edição de texto, de imagem, ou planilha eletrônica nos ensina a dominar os códigos dessa linguagem, ou seja, a nos “alfabetizar” nela. Mas apenas se incorporarmos essas habilidades ao nosso cotidiano é que passarão realmente a fazer sentido e já fazemos uso delas quando utilizamos o cartão do banco, por exemplo.
No espaço escolar, contribuir para o letramento digital significa apresentar oportunidades para que toda a comunidade possa utilizar as Novas Tecnologias de Informação e Comunicação como instrumentos de leitura e escrita que estejam relacionadas às práticas educativas e com as práticas e contextos sociais desses grupos.
Nesse sentido, o Programa EducaRede, focando a utilização da Internet como espaço de aprendizagem significativa, desenvolve suas ações embasado no conceito de letramento digital, focando três grandes eixos complementares, ou grandes aprendizagens, que são: pesquisar na Internet, publicar na Internet e comunicar-se digitalmente. No Portal EducaRede, por exemplo, os conteúdos, ferramentas, propostas e ambientes tornam possível que os participantes exercitem características fundamentais no processo educativo: a curiosidade da Pesquisa, a autoria da Publicação e a troca da Comunicação.
sábado, 18 de dezembro de 2010
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
O valor da amizade
O valor da amizade
Para minha amiga Expedita..................amiga de longa data e de uma importância sem medida.
Ter um amigo é muito mais do que ter alguém para conversar, a amizade se constrói com carinho, compreensão, confiança entre muitos outros fatores. É difícil encontrar uma pessoa que está por perto em todas as horas sejam elas ruins ou boas.
A amizade pode valer tudo, um simples abraço na hora certa pode ser mais do que se espera. Há quem diga que as coisas simples são as que mais tem valor e isso quando o assunto é amizade pode ser bem usado.
Pare e reflita, veja quem são seus amigos de verdade, mas não confunda colegas com amigos. A amizade é algo que levamos para o resto da vida. E para você qual o valor da amizade verdadeira?
Te adoro amiga querida!!!!!!!!!
Para minha amiga Expedita..................amiga de longa data e de uma importância sem medida.
Ter um amigo é muito mais do que ter alguém para conversar, a amizade se constrói com carinho, compreensão, confiança entre muitos outros fatores. É difícil encontrar uma pessoa que está por perto em todas as horas sejam elas ruins ou boas.
A amizade pode valer tudo, um simples abraço na hora certa pode ser mais do que se espera. Há quem diga que as coisas simples são as que mais tem valor e isso quando o assunto é amizade pode ser bem usado.
Pare e reflita, veja quem são seus amigos de verdade, mas não confunda colegas com amigos. A amizade é algo que levamos para o resto da vida. E para você qual o valor da amizade verdadeira?
Te adoro amiga querida!!!!!!!!!
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
FORMAÇÃO CONTINUADA
ESTOU PARTICIPANDO TAMBÉM DE UMA FORMAÇÃO CONTINUADA DE "ELABORAÇÃO DE PROJETOS."MUITO IMPORTANTE.PARCERIA DO MEC COM O NTEM DO MEU MUNICÍPIO.ESTOU MUITO FELIZ EM ADQUIRIR MAIS ESSA APRENDIZAGEM.AGRADEÇO MUITO O MEC POR ESTAR OFERENDO ESSAS FORMAÇÕES CONTINUADAS EM RELAÇÃO AS TECNOLOGIAS NA EDUCAÇÃO.AMO ESSA NOVA MANEIRA DE ENSINAR.
Formação Continuada em andamento
Estou participando dessa formação Continuada, com parceria da UFGD, NTEM e a UEMS.Momentos bastante produtivos.
EaD INTERINSTITUCIONAL
SEMINÁRIO DE ESTUDOS E PESQUISA EM
EAD E TIC NA EDUCAÇÃO .
Temos encontros presenciais e virtual com um grupo de professores empenhados na discussão.
EaD INTERINSTITUCIONAL
SEMINÁRIO DE ESTUDOS E PESQUISA EM
EAD E TIC NA EDUCAÇÃO .
Temos encontros presenciais e virtual com um grupo de professores empenhados na discussão.
Vale a pena comprar e ler a 3{ edição do livro do nosso mestre Jose Moran.
Acaba de sair a 3ª edição do meu livro A educação que desejamos: novos desafios e como chegar lá (Papirus Editora).
As redes digitais possibilitam organizar o ensino e a aprendizagem de forma mais ativa, dinâmica e variada, privilegiando a pesquisa, a interação e a personalização em múltiplos espaços e tempos presenciais e virtuais. Assim, a organização escolar precisa ser reinventada para que todos aprendam de modo mais humano, afetivo e ético, integrando os aspectos individual e social, os diversos ritmos, métodos e tecnologias, para ajudarmos a formar cidadãos plenos em todas as dimensões.
Chegou também o meu livro Desafios na Comunicação Pessoal (3ª edição revista e atualizada do meu livro Mudanças na Comunicação Pessoal. Edições Paulinas) e a quarta edição do livro Aprendendo a Viver, com textos atualizados (Paulinas, 2008).
As redes digitais possibilitam organizar o ensino e a aprendizagem de forma mais ativa, dinâmica e variada, privilegiando a pesquisa, a interação e a personalização em múltiplos espaços e tempos presenciais e virtuais. Assim, a organização escolar precisa ser reinventada para que todos aprendam de modo mais humano, afetivo e ético, integrando os aspectos individual e social, os diversos ritmos, métodos e tecnologias, para ajudarmos a formar cidadãos plenos em todas as dimensões.
Chegou também o meu livro Desafios na Comunicação Pessoal (3ª edição revista e atualizada do meu livro Mudanças na Comunicação Pessoal. Edições Paulinas) e a quarta edição do livro Aprendendo a Viver, com textos atualizados (Paulinas, 2008).
Sugestão do Professor Moran
“Uma boa escola precisa de professores mediadores, vivos, criativos, experimentadores, presenciais e virtuais. De mestres menos falantes, e mais orientadores. Precisamos de uma escola que fomente redes de aprendizagem, entre professores e entre alunos. Onde todos possam aprender com os que estão perto e longe, conectados audiovisualmente. Aprender em qualquer tempo e qualquer lugar, de forma personalizada e, ao mesmo tempo, colaborativa”, afirma.
Concordo plenamente com ele.
Concordo plenamente com ele.
PROJETO DE VIDA
Gosto muito dos textos do Professor Jose Manuel Moran.O homem é um exemplo de vida. E lendo sobre O grande Projeto da nossa vida................fiz questão de frisar as suas palavras abaixo.
O grande projeto da nossa vida
O grande projeto da nossa vida é construir-nos como pessoas realizadas, interessantes, produtivas, afetivas. Uma construção contínua, com contradições, mas constante nesse objetivo maior que é humanizar-nos, evoluir sempre mais, fazer melhores escolhas, viver uma vida mais livre e realizadora.
É fascinante aprender os caminhos para a realização afetiva e profissional, para o equilíbrio entre o pessoal e o social, para fazer escolhas mais significativas em cada etapa das nossas vidas.
Abraços!!!!!!!!!!!!!!!!
O grande projeto da nossa vida
O grande projeto da nossa vida é construir-nos como pessoas realizadas, interessantes, produtivas, afetivas. Uma construção contínua, com contradições, mas constante nesse objetivo maior que é humanizar-nos, evoluir sempre mais, fazer melhores escolhas, viver uma vida mais livre e realizadora.
É fascinante aprender os caminhos para a realização afetiva e profissional, para o equilíbrio entre o pessoal e o social, para fazer escolhas mais significativas em cada etapa das nossas vidas.
Abraços!!!!!!!!!!!!!!!!
domingo, 24 de outubro de 2010
AGRADECIMENTO
PARTICIPO DA FORMAÇÃO CONTINUADA DE DIREITOS HUMANOS E MEDIAÇÃO DE CONFLITOS, OFERECIDA PELO MEC-MINISTÉRIO DE EDUCAÇÃO E CULTURA- INICIEI ESTE ANO DE 2010 E JÁ ESTOU QUASE AO TÉRMINO. MUITO
BOM TERMOS ESSAS OPORTUNIDADES DE APRENDIZAGEM. AGRADEÇO MUITO AO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E A MINHA FAMILIA PELA COMPREENSÃO NOS MOMENTOS DE ESTUDOS .
BEIJOS!!!!
BOM TERMOS ESSAS OPORTUNIDADES DE APRENDIZAGEM. AGRADEÇO MUITO AO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E A MINHA FAMILIA PELA COMPREENSÃO NOS MOMENTOS DE ESTUDOS .
BEIJOS!!!!
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