sexta-feira, 4 de maio de 2012

http://educarparacrescer.abril.com.br/100-erros/
JOGO DOS 100 ERROS DE PORTUGUÊS
http://umportugues.com/
Site legal de ortografia.Entre.
Atividades de leitura oral para os alunos sobre ortografia.

Os tropeços de grafia, 
regência e concordância
que mais comprometem a
nossa imagem.Seguir alguns conselhos - como os destas páginas - pode ser de ajuda nas situações formais de
comunicação que vivenciamos.Micos de grafia
EQUÍVOCO CORREÇÃO
Advinhar Adivinhar
Ascenção Ascensão
Apropiado Apropriado
Beneficiente  Beneficente
Distoar Destoar
Excessão Exceção
Encapuçado Encapuzado
Frustado Frustrado
Flagrância Fragrância
Impecilho Empecilho
Paralizar Paralisar
Pertubar Perturbar
Previlégio Privilégio
Xuxu Chuchu
Micos de concordância e regência

O PROBLEMA O EQUÍVOCO A CORREÇÃO A EXPLICAÇÃO
Fazer "Fazem" dez
meses.
"Faz" dez meses.  Se "fazer"exprime tempo, é
impessoal.
Haver "Houveram"
muitos fatos.
"Houve" muitos
fatos.
"Haver", no sentido de
"existir", é invariável.
Ver/vir Se eu "ver" você
por aí...
Se eu "vir" você
por aí...
A conjugação é: Se eu vir,
revir, previr. Da mesma
forma: Se eu vier (de vir),
convier; se eu tiver (de ter),
mantiver.
Existir "Existe" muitas
crianças.
"Existem" muitas
crianças.
"Existir", "bastar", "faltar",
"restar" e "sobrar" admitem
normalmente o plural.
Mim/eu Para "mim" fazer.  Para "eu" fazer. "Mim" não faz, porque não
pode ser sujeito.
Entre Entre "eu" e
você.
Entre "mim" e
você.
Depois de preposição, usase "mim" ou "ti".
Redundância
com "haver"
"Há" dez anos
"atrás".
"Há" dez anos /
Dez anos "atrás".
"Há" e "atrás" indicam
passado na frase.
Preferir Preferia ir "do
que" ficar.
Preferia ir "a"
ficar.
Prefere-se uma coisa a
outra.
Chegar +
preposição
Chegou "em"
São Paulo.
Chegou "a" São
Paulo.
Verbos de movimento
exigem "a", e não "em"
Chegar +
Haver
Chegou "a" duas
horas e partirá
daqui "há" cinco
minutos.
Chegou "há" duas
horas e partirá
daqui "a " cinco
minutos.
"Há" indica passado e
equivale a "faz", enquanto
"a" exprime distância ou
tempo futuro (não pode ser
substituído por faz).
Manter Se ele "manter" o
acordo, teremos
otimos
resultados.
Se ele mantiver o
acordo, teremos
otimos resultados.
A conjugação é: Se eu/ele
mantiver
Propor Quando eles
"proporem" o
valor...
Quando eles
propuserem o
valor...
A conjugação é: Se eu
propuser etc.
Implicar Implicou "em"
três etapas.
Implicou três
etapas.
No caso, "implicar" rejeita
preposição.
Meio Ela era meia
louca.
Ela era meio
louca.
"Meio", advérbio, não varia

Micos da semelhança
PROBLEMA EXPLICAÇÃO
DE ENCONTRO A
x AO ENCONTRO DE
De encontro a = Contra.
Ao encontro de = Na direção de;
De acordo com.
AO INVÉS DE algo é ou foi.
Discrição = Qualidade de discreto,
recatado e sensato
ESTADA x ESTADIA Estada = Ato de permanecer.
Estadia = Estada por tempo limitado.
ONDE x AONDE "Onde" = Em que lugar
"Aonde" = Para onde (ideia de movimento.
Micos que viram vício
Ambiguidade - Quando o sentido não fica claro, com enunciado com mais
de um sentido: "O pai o filho adora" (quem adora quem?)
Cacofonia - Sequência de palavras que provoca som de uma expressão
ridícula ou obscena: "Por razões de segurança". "Por cada etapa,
ganharemos muito".
Plebeísmo - Uso de termos que demonstram falta de instrução ou
variedade vocabular: "tipo assim", "a nível de", "meio que", "enfim" (como
interjeição), gerundismo ("vou estar planejando").
Tautologia - Repetição desnecessária de ideia ou termo já enunciado:
"critério pessoal", "encarar de frente", "planejar antecipadamente", "criar
novos empregos", "acabamento final".
Micos sintáticos
x EM VEZ DE 
Ao invés de = Ao contrário 
Em vez de = Em lugar de
DESCRIÇÃO x DISCRIÇÃO Descrição = Ato de detalhar como
OCORRÊNCIA O PROBLEMA
Viajar anexo Usado no sentido de viajar "ao lado de
alguém".
Nunca "lhe" vi. O pronome lhe substitui a ele, a eles, a você
e a vocês e por isso não pode ser usado
com objeto direto: nunca o vi / não o
convidei / a mulher o deixou / ela o ama.
"Aconteceu" muitos casos de
reclamação de clientes. "Segue" os
documentos necessários para o
cadastro. "Fica" estabelecido as
seguintes alterações.
Na fala, o verbo anteposto ao sujeito nem
sempre é assinalado. Por escrito, pega mal
não fazer a concordância. Por isso:
Aconteceram muitos casos... Seguem os
documentos... Ficam estabelecidas
as seguintes alterações.


Ola queridos alunos do 4º ano A.Fica aqui como sugestão o site sobre um jogo de ortografia.Muito bom.Tente jogar para aprimorar seus conhecimentos.
http://fmu.br/game/home.asp
Ola pessoal vale a pena visitar o BARCO HOTEL BAKANNA ,localizado em Porto Murtinho -MS. Melhores informações  falar com Lourival nos fones: 67-9913-1161-da vivo ou 67-8107-5535-da tim.




quarta-feira, 2 de maio de 2012

Opa!!! Neste bimestre iremos estudar sobre Administração do Município, especialmente o Município de Dourados-Ms. Queridos alunos pesquisem o total de vereadores que temos em Dourados-Ms.Abraços!!

domingo, 22 de abril de 2012

Dia 20/04/2012 participei de uma Assembléia da CASSEMS em Campo Grande-Ms
Foi muito positiva.Veja algumas fotos:







A Miscigenação no Brasil

Leituras auditiva e interpretativa do texto abaixo com os alunos do 4º ano Professora Mary Cardoso Povos no Brasil As três raças básicas formadoras da população brasileira são o negro, o europeu e o índio, em graus muito variáveis de mestiçagem e pureza. É difícil afirmar até que ponto cada elemento étnico era ou não previamente mestiçado. A miscigenação no Brasil deu origem a três tipos fundamentais de mestiço: Cabloco = branco + índio Mulato = negro + branco Cafuzo = índio + negro Brancos Os portugueses trouxeram um complicado caldeamento de lusitanos, romanos, árabes e negros, que habitaram em Portugal. Os demais grupos, vindos em grande número para o Brasil em diversas épocas -- italiano, espanhol, alemão, eslavo, sírio -- também tiveram mestiçagem semelhante. A partir de então, a migração tornou-se mais constante. O movimento de portugueses para o Brasil foi relativamente pequeno no século XVI, mas cresceu durante os cem anos seguintes e atingiu cifras expressivas no século XVIII. Embora o Brasil fosse, no período, um domínio de Portugal, esse processo tinha, na realidade, sentido de imigração.A descoberta de minas de ouro e de diamantes em Minas Gerais foi o grande fator de atração migratória. Calcula-se que nos primeiros cinqüenta anos do século XVIII entraram, só em Minas, mais de 900.000 pessoas. No mesmo século, registra-se outro movimento migratório: o de açorianos para Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Amazônia, estados em que fundaram núcleos que mais tarde se tornaram cidades prósperas. Os colonos, nos primeiros tempos, estabeleceram contato com uma população indígena em constante nomadismo. Os portugueses, embora possuidores de conhecimentos técnicos mais avançados tiveram que aceitar numerosos valores indígenas indispensáveis à adaptação ao novo meio. O legado indígena tornou-se um elemento da formação do brasileiro. A nova cultura incorporou o banho de rio, o uso da mandioca na alimentação, cestos de fibras vegetais e um numeroso vocabulário nativo, principalmente tupi, associado às coisas da terra: na toponímia, nos vegetais e na fauna, por exemplo. As populações indígenas não participaram inteiramente, porém, do processo de agricultura sedentária implantado, pois seu padrão de economia envolvia a constante mudança de um lugar para outro. Daí haver o colono recorrido à mão-de-obra africana.O Brasil é o país de maior população branca do mundo tropical. Negros Os negros, trazidos para o Brasil como escravos, do século XVI até 1850, destinados à lavoura canavieira, à mineração e à lavoura cafeeira, pertenciam a dois grandes grupos: os sudaneses e os bantos. Os primeiros, geralmente altos e de cultura mais elaborada, foram sobretudo para a Bahia. Os bantos, originários de Angola e Moçambique, predominaram na zona da mata nordestina, no Rio de Janeiro e em Minas Gerais. Surgiu assim o terceiro grupo importante que participaria da formação da população brasileira: o negro africano. É impossível precisar o número de escravos trazidos durante o período do tráfico negreiro, do século XVI ao XIX, mas admite-se que foram de cinco a seis milhões. O negro africano contribuiu para o desenvolvimento populacional e econômico do Brasil e tornou-se, pela mestiçagem, parte inseparável de seu povo. Os africanos espalharam-se por todo o território brasileiro, em engenhos de açúcar, fazendas de criação, arraiais de mineração, sítios extrativos, plantações de algodão, fazendas de café e áreas urbanas. Sua presença projetou-se em toda a formação humana e cultural do Brasil com técnicas de trabalho, música e danças, práticas religiosas, alimentação e vestimentas Índios Os indígenas brasileiros pertencem aos grupos chamados paleoameríndios, que provavelmente migraram em primeiro lugar para o Novo Mundo. Estavam no estádio cultural neolítico (pedra polida). Agrupam-se em quatro troncos lingüísticos principais: o tupi ou tupi-guarani, o jê ou tapuia, o caraíba ou karib e o aruaque ou nu-aruaque. Há além disso pequenos grupos lingüísticos, dispersos entre esses maiores, como os pano, tucano, bororo e nhambiquara. Atualmente os índios acham-se reduzidos a uma população de algumas dezenas de milhares, instalados sobretudo nas reservas indígenas da Amazônia, Centro-Oeste e Nordeste. A esses três elementos fundamentais vieram inicialmente acrescentar-se os mestiços, surgidos do cruzamento dos três tipos étnicos anteriores, e cujo número observou tendência sempre crescente. Ocupam portanto lugar de grande destaque na composição étnica da população brasileira, representados pelos caboclos (descendentes de brancos e ameríndios), mulatos (de brancos e negros) e cafuzos (de negros e ameríndios). A marca da imigração no Brasil pode ser percebida especialmente na cultura e na economia das duas mais ricas regiões brasileiras: Sudeste e Sul. A colonização foi o objetivo inicial da imigração no Brasil, visando ao povoamento e à exploração da terra por meio de atividades agrárias. A criação das colônias estimulou o trabalho rural. Deve-se aos imigrantes a implantação de novas e melhores técnicas agrícolas, como a rotação de culturas, assim como o hábito de consumir mais legumes e verduras. A influência cultural do imigrante também é notável. A imigração teve início no Brasil a partir de 1530, quando começou a estabelecer-se um sistema relativamente organizado de ocupação e exploração da nova terra. A tendência acentuou-se a partir de 1534, quando o território foi dividido em capitanias hereditárias e se formaram núcleos sociais importantes em São Vicente e Pernambuco. Foi um movimento ao mesmo tempo colonizador e povoador, pois contribuiu para formar a população que se tornaria brasileira, sobretudo num processo de miscigenação que incorporou portugueses, negros e indígenas. Outros Grupos Os principais grupos de imigrantes no Brasil são portugueses, italianos, espanhóis, alemães e japoneses, que representam mais de oitenta por cento do total. Até o fim do século XX, os portugueses aparecem como grupo dominante, com mais de trinta por cento, o que é natural, dada sua afinidade com a população brasileira. São os italianos, em seguida, o grupo que tem maior participação no processo migratório, com quase trinta por cento do total, concentrados sobretudo no estado de São Paulo, onde se encontra a maior colônia italiana do país. Seguem-se os espanhóis, com mais de dez por cento, os alemães, com mais de cinco, e os japoneses, com quase cinco por cento do total de imigrantes. Contribuição dos Grupos No processo de urbanização, assinala-se a contribuição do imigrante, ora com a transformação de antigos núcleos em cidades (São Leopoldo, Novo Hamburgo, Caxias, Farroupilha, Itajaí, Brusque, Joinville, Santa Felicidade etc.), ora com sua presença em atividades urbanas de comércio ou de serviços, com a venda ambulante, nas ruas, como se deu em São Paulo e no Rio de Janeiro. Outras colônias fundadas em vários pontos do Brasil ao longo do século XIX se transformaram em importantes centros urbanos. É o caso de Holambra SP, criada pelos holandeses; de Blumenau SC, estabelecida por imigrantes alemães liderados pelo médico Hermann Blumenau; e de Americana SP, originalmente formada por confederados emigrados do sul dos Estados Unidos em conseqüência da guerra de secessão. Imigrantes alemães se radicaram também em Minas Gerais, nos atuais municípios de Teófilo Otoni e Juiz de Fora, e no Espírito Santo, onde hoje é o município de Santa Teresa. Em todas as colônias, ressalta igualmente o papel desempenhado pelo imigrante como introdutor de técnicas e atividades que se difundiram em torno das colônias. Ao imigrante devem-se ainda outras contribuições em diferentes setores da atividade brasileira. Uma das mais significativas apresenta-se no processo de industrialização dos estados da região Sul do país, onde o artesanato rural nas colônias cresceu até transformar-se em pequena ou média indústria. Em São Paulo e no Rio de Janeiro, imigrantes enriquecidos contribuíram com a aplicação de capitais nos setores produtivos. A contribuição dos portugueses merece destaque especial, pois sua presença constante assegurou a continuidade de valores que foram básicos na formação da cultura brasileira. Os franceses influíram nas artes, literatura, educação e nos hábitos sociais, além dos jogos hoje incorporados à lúdica infantil. Especialmente em São Paulo, é grande a influência dos italianos na arquitetura. A eles também se deve uma pronunciada influência na culinária e nos costumes, estes traduzidos por uma herança na área religiosa, musical e recreativa. Os alemães contribuíram na indústria com várias atividades e, na agricultura, trouxeram o cultivo do centeio e da alfafa. Os japoneses trouxeram a soja, bem como a cultura e o uso de legumes e verduras. Os libaneses e outros árabes divulgaram no Brasil sua rica culinária.

sábado, 14 de abril de 2012

Visita na Sala multifuncional

Eu professora Maria José Cardoso, realizei visitas na Sala Multifuncional das escolas Rosa Câmara e Alvaro Brandão com objetivos estabelecidos de acordo com a solicitação do tutor Nésio da minha Especialização em Mídias na Educação, com ênfase em Educação Especial.1º momento liguei nas unidades de ensino, agendei a visita com a direção e coordenação da escola, onde permitiram






a minha visita.Em 2º momento realizei a visita observando e dialogando com a professora da sala,onde não mediu esforços para que este momento acontecesse.Entreguei um roteiro de visita com questões específicas, onde a professora da sala deu-me a devolutiva no dia seguinte.Esta visita foi muito valiosa,adquiri muito conhecimento e acredito se hoje tivesse que assumir uma sala Multifuncional, assumiria sem muitos problemas,pois o básico já tenho.Claro terei que aperfeiçoar-me muitos mais, estamos em constante aprendizagem.Aqui algumas fotos do espaço físico das professoras da sala multifuncional Leonora e eu Maria José..
3º momento elaborei um Relatório baseado no roteiro respondido pela professora onde visitei.

Projeto de Extensão

Projeto de Extensão:"Psicologia e Violência: como educar sem bater"
Início dia 14/04/12 com palestra sobre o assunto citado.
Coordenador, professor e Dr. Cristiano da Silveira Longo,Psicólogo da UFGD.
Término em setembro do corrente ano.Realização na Escola

Pesquisa de Campo

Estou participando de uma Pesquisa de Campo: Início em março e vai até setembro de 2012
Projeto de Extensão: A INCLUSÃO ESCOLAR DE CRIANÇAS COM SINAIS DO ESPECTRO AUTISTA, Pela UFGD com a Dra.Morgana de Fátima Augostini Martins (Psicóloga).Está sendo realizado os encontros ás quartas-feiras até setembro deste ano de 2012.Este trabalho irá contribuir muito na minha prática pedagógica.
Mais fotos do Projeto Redes Sociais.

Projeto Redes Sociais

Realizamos Projeto sobre Educação e Redes Sociais: uma proposta inovadora
Aqui fotos de algumas pessoas que fizeram parte do Projeto.Nossa vida muda para sempre quando nos conectamos. A Internet amplia o que queremos e desejamos: se queremos aprender, nos ajuda a aprender a qualquer hora, em qualquer lugar e de múltiplas formas. Se buscarmos entretenimento, a Internet oferece formas de ampliar o acesso a informações que queremos nos traz vídeos curiosos, filmes. Se quisermos comunicar-nos, tanto podemos relacionar-nos com pessoas conhecidas, como participar de múltiplas redes, como o Facebook, o Google+, o Twitter ou o Orkut. É difícil hoje manter o equilíbrio entre os relacionamentos no dia a dia e os virtuais. Muitos passam mais tempo em comunicações digitais do que físicas presenciais. Há uma febre por aumentar o número de amigos virtuais, que dificilmente conhecemos e com a maioria dos quais não interagimos de verdade. Há também certo narcisismo em querer aparecer demais, em postar seguidas mensagens no Twitter ou Facebook, em querer acompanhar de perto o fluxo incessante
de textos, vídeos e áudios, que se multiplicam sem parar numa corrente infindável.

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Direitos Humanos e Mediação de Conflito

O que é Mediação de Conflitos?

Basicamente, pode-se dizer que a mediação é uma forma de lidar com um conflito (como, por exemplo, em caso de separação, divórcio, brigas entre vizinhos, etc.) através da qual um terceiro (o mediador ou a mediadora) ajuda as pessoas a se comunicarem melhor, a negociarem e, se possível, a chegarem a um acordo.

Em seu livro “Mediação Familiar”, a psicóloga Stella Breitman e a advogada Alice Porto fazem uma interessante análise sobre os diversos conceitos de mediação. Uma das definições mais abrangentes que essas autoras citam é de Tânia Almeida:

A mediação é um processo orientado a conferir às pessoas nele envolvidas a autoria de suas próprias decisões, convidando-as à reflexão e ampliando alternativas. É um processo não adversarial dirigido à desconstrução dos impasses que imobilizam a negociação, transformando um contexto de confronto em contexto colaborativo. É um processo confidencial e voluntário no qual um terceiro imparcial facilita a negociação entre duas ou mais partes onde um acordo mutuamente aceitável pode ser um dos desfechos possíveis (2001, p. 46).



A definição do processo de mediação de conflitos está diretamente relacionada à orientação teórica de seu/sua autor(a).

*
Alguns autores enfatizam a resolução de conflitos, então a Mediação seria uma forma de resolução de conflitos.
*
Outros destacam o acordo entre as partes, de tal forma que a Mediação teria como objetivo principal o acordo.
*
Outros, ainda, ressaltam a comunicação; logo, a Mediação seria um meio de proporcionar uma melhor comunicação entre as pessoas em conflito.
*
Há aqueles que salientam a transformação, de maneira que a Mediação transformativa é mais enfatizada, não importando se as pessoas chegam a um acordo ou não.

O processo de mediação é complexo, podendo comportar os conceitos de “resolução de conflitos” (ou gestão de conflitos), “acordo”, “comunicação”, “transformação”. Não deve ser visto, porém, de forma simplista, atado a apenas um desses conceitos.

Como bem salienta a advogada Águida Arruda Barbosa (2006), “a definição de mediação também se enquadra como espaço de criatividade pessoal e social, um acesso à cidadania. A mediação encontra-se num plano que aproxima, sem confundir, e distingue, sem separar”. A Observação:Aula Na sala de tecnologia na educação Sobre o tema acima

sexta-feira, 30 de março de 2012

Redes Sociais

Redes Sociais

Nossa vida muda para sempre quando nos conectamos. A Internet amplia o que queremos e desejamos: se queremos aprender, nos ajuda a aprender a qualquer hora, em qualquer lugar e de múltiplas formas. Se buscarmos entretenimento, a Internet oferece formas de ampliar o acesso a informações sobre o filme que queremos nos traz vídeos curiosos, filmes. Se quisermos comunicar-nos, tanto podemos relacionar-nos com pessoas conhecidas, como participar de múltiplas redes, como o Facebook, o Google+, o Twitter ou o Orkut.

É difícil hoje manter o equilíbrio entre os relacionamentos no dia a dia e os virtuais. Muitos passam mais tempo em comunicações digitais do que físicas presenciais. Há uma febre por aumentar o número de amigos virtuais, que dificilmente conhecemos e com a maioria dos quais não interagimos de verdade. Há também certo narcisismo em querer aparecer demais, em postar seguidas mensagens no Twitter ou Facebook, em querer acompanhar de perto o fluxo incessante de textos, vídeos e áudios, que se multiplicam sem parar numa corrente infindável.

Alguns aplicativos para tecnologias móveis

Concordo plenamente na fala de Manuel Moran quando diz::

Todas as tecnologias nos ajudam e ao mesmo tempo nos complicam. Depende de como as integramos no que pretendemos.
Elas podem nos ajudar a aprender e a evoluir, mas também favorece a dispersão nas múltiplas telas, aparelhos, aplicativos, redes. Ajudam a comunicar-nos melhor, mas também a desfocar-nos, distrair-nos, tornar-nos dependentes.
A educação é um processo rico e complexo de ajudar a aprender, a evoluir, a ser pessoas livres.
As tecnologias fazem parte do nosso mundo, nos ajudam, mas ainda precisamos experimentar muito para encontrar caminhos de integração que nos permitam avanços significativos na escola e na vida.

domingo, 25 de março de 2012

Palestra sobre a Agua em comemoração ao Dia Mundial da Água

Projeto Ecopedagogia e Sustentabilidade na Escola
Palestra com a Gestora Ambiental e Educadora Vanessa Guardachoni do IMAM Instituto de Meio Ambiente de Dourados
Alunos do 4º ano A-Professora Maria José Cardoso

quarta-feira, 14 de março de 2012

USO DO MAIS/MAS

O USO DO MAIS, MAS E MÁS - DÚVIDAS FREQUENTES.
O USO DO MAIS, MAS E MÁS

Eis aí mais um tema que geralmente é motivo de indecisão na hora de escrever e muita gente acaba se perdendo. Vamos, então, tentar sanar as dúvidas.

1. O EMPREGO DE [MAS]

Mas é a principal das conjunções adversativas. Relaciona pensamentos contrastantes, opositivos ou restritivos. Se eu lhe dissesse: Minha irmã treinou muito, mas…, com certeza, não precisaria terminar a frase, porque você iria imaginar que ela foi mal na atividade esportiva:
● Gosto de navio, mas prefiro avião.
● Ele falou bem; mas não foi como eu esperava.
► Se tiver dúvida quanto ao uso de [mas], basta substituí-lo por: porém, contudo, todavia, entretanto. Se for possível a substituição use [mas]: Gosto de navio, porém (mas) prefiro o trem.
● Ele falou bem; todavia (mas) não foi como eu esperava.
● Tentou, mas (porém, todavia, entretanto) não conseguiu.
Observações:
1ª. Mas... no entanto – estabelecem redundância, se usados na mesma frase: Saiu cedo, mas não conseguiu, no entanto, chegar na hora. Para evitar a redundância use [mas] ou [no entanto]:
● Saiu cedo, mas não conseguiu chegar na hora.
● Saiu cedo, no entanto, não conseguiu chegar na hora.
2ª. Mas que – o [mas], neste caso, não tem função e deve ser evitado:
● Ele é o piloto titular, mas que está de licença este ano.

3ª. Vírgula – use vírgula antes de [mas]:
● Vá onde quiser, mas fique morando conosco.
● Sofri muito, mas espero uma recompensa.

2. O EMPREGO DE [MAIS]
Mais é pronome ou advérbio de intensidade, portanto, está relacionado com quantidade, aumento, grandeza, superioridade ou comparação. Mais, normalmente, é o oposto de menos. No caso de dúvida, substitua-o por [menos] (menas nunca); se for possível a substituição, use [mais]:
● Você quer seu suco com mais (menos) açúcar?
● O brasileiro está cada dia mais (menos) rico.
● Todos querem mais (menos) amor.
● É mais (menos) difícil fazer do que criticar.

3. CASOS ESPECIAIS

Mais bem e Mais mal - antes de verbos no particípio, use mais bem e mais mal em vez de pior e melhor. Em português, o particípio é a forma nominal do verbo, geralmente, formado com o sufixo [-ado, -ada] para os terminados em [ar] (amado, parado) e [-ido, -ida], para os terminados em [er, ir] (vendido, sentido): Aquelas alunas estavam mais bem preparadas que as outras. E não: estavam melhor preparadas que as outras.

● Seu trabalho está mais bem elaborado que o meu (não melhor).
● Esta roupa parece mais mal acabada que aquela (não pior).
► ِNos demais casos, use pior e melhor.

Mais bom que mal – só quando comparamos atributos ou qualidades:

● O José é mais bom que mal (e não: é melhor do que pior).
● O filme é mais bom que mal (e não: é melhor do que pior).
Mais ruim – use apenas em comparações como:
● Arnaldo é mais ruim que bom.
● Ele é mais ruim que falso.
► Nos demais casos: Fulano é [mais] malvado, é mais perverso, é mais falso que o irmão (e não: mais ruim).
● Ela é mais atenciosa que as outras.
Mais o que fazer – não existe [o] entre o [mais] e o [que] em frases como: Tenho mais que fazer (e não: mais o que fazer).
● Há mais que dizer (e não: mais o que dizer).
Mais grande – não use nunca. Na língua culta é um erro grave. Use sempre maior: Pedro é maior do que Paulo.
4. O EMPREGO DE MÁS

Más é o plural do adjetivo [má] que por sua vez é o feminino de [mau]. Como o oposto de [mau] é [bom] e o de [má] é [boa] o plural de [más] será [boas]. Então, basta substituir [más] por [boas]; sendo possível a substituição mantenha o [más]:
● Estavam com más (boas) intenções.
● As más (boas) ações empobrecem o espírito.

Eu , amiga Sonia e a Fátima-do Jornal O Progresso

Proposta que irá contribuir muito!!!