Os alunos irão na sala de Tecnologia,onde a professora irá explicar o Projeto, seus ojbetivos, em seguida fomos para uma dinâmica.
A arte do diálogo
Começamos com a dinâmica “A arte do diálogo”, a facilitadora elaborou algumas perguntas como: Qual é o objetivo da educação? Qual (is) experiência (s) na sua vida de estudante mais lhe marcou positiva ou negativamente e o porquê? Cada participante da dupla tinha seu momento de somente falar e de somente escutar. Ao termino da dinâmica todos tiveram um momento de comentar as suas impressões a respeito da mesma.
Alguns perceberam dificuldade em falar com outra pessoa escutando apenas, sem opinar, outros a dificuldade era por falta de intimidade e timidez. No entanto a maioria relatou dificuldade em ouvir apenas. Percebeu-se que muitos até o momento não conseguiam escutar apenas, sem comentar. Todos gostaram da experiência de poder parar para escutar o próximo e também ser ouvido.
O encontro finalizou com a roda onde todos puderam expor seus sentimentos em relação ao encontro. O Engraçado presenteou a todos com bombons.
Observe a frase abaixo:
"Sinto, percebo, sonho, reajo e amo!..logo existo." Francisco Gutiérrez
-Educar para Sustentabilidade.
-
As novas mídias interativas, atualmente exercem grande influência em nossas vidas, pois, sem elas, torna-se quase impossível a realização de tarefas diárias, o que tem influenciado o nosso modo de vida através de novas e necessárias formas de se comunicar. Podemos dizer que utilizamos de muitas tecnologias o tempo todo, desde o momento em que acordamos, até mesmo durante o repouso noturno. Vamos aderir de forma significativa as Tecnologias na Educação(Mídias).
terça-feira, 6 de março de 2012
domingo, 4 de março de 2012
Aula para o dia 6/3/2012- Conceito sobre Simetria
SIMETRIA
A simetria é uma característica que pode ser observada em algumas formas geométricas, equações matemáticas ou outros objetos. O seu conceito está relacionado com o de isometria (e às operações geométricas associadas: reflexão, reflexão deslizante, rotação e translação).Neste artigo serão consideradas apenas a reflexão e a reflexão deslizante, que, na maioria dos textos, são as operações da isometria que estão diretamente relacionadas com a simetria.Através da reflexão, uma imagem é invertida em relação a um eixo, formando-se uma imagem espelhada da original.
Simetria na geometria
Em termos geométricos, considera-se simetria como a semelhança exata da forma em torno de uma determinada linha reta (eixo), ponto ou plano. Se, ao rodarmos a figura, invertendo-a, ela for sobreponível ponto por ponto (segundo os princípios da geometria euclidiana), ela é simétrica.
OBS: Levar os alunos para Sala de Tecnologia na Educação, utilizar datashow, noot book e aparelho multimidia, explicar o conteúdo de matemática sobre o tema acima citado, citar exemplos na oralidade.
- Em seguida irmos para a sala de aula e trabalhar com exemplos práticos para fixarem melhor o assunto.
A simetria é uma característica que pode ser observada em algumas formas geométricas, equações matemáticas ou outros objetos. O seu conceito está relacionado com o de isometria (e às operações geométricas associadas: reflexão, reflexão deslizante, rotação e translação).Neste artigo serão consideradas apenas a reflexão e a reflexão deslizante, que, na maioria dos textos, são as operações da isometria que estão diretamente relacionadas com a simetria.Através da reflexão, uma imagem é invertida em relação a um eixo, formando-se uma imagem espelhada da original.
Simetria na geometria
Em termos geométricos, considera-se simetria como a semelhança exata da forma em torno de uma determinada linha reta (eixo), ponto ou plano. Se, ao rodarmos a figura, invertendo-a, ela for sobreponível ponto por ponto (segundo os princípios da geometria euclidiana), ela é simétrica.
OBS: Levar os alunos para Sala de Tecnologia na Educação, utilizar datashow, noot book e aparelho multimidia, explicar o conteúdo de matemática sobre o tema acima citado, citar exemplos na oralidade.
- Em seguida irmos para a sala de aula e trabalhar com exemplos práticos para fixarem melhor o assunto.
Conteúdo sobre Ciência, Tecnologia e Sociedade
Aula de Ciências
Ciência, Tecnologia e Sociedade
Por Rodrigo Fonseca*
A sociedade constrói a ciência e a tecnologia, ao mesmo tempo, a ciência e a tecnologia constroem a sociedade. Sem determinismos de parte a parte. Esta é, em geral, a lição mais difícil de compreender quando começamos a estudar as relações entre Ciência, Tecnologia e Sociedade (CTS). No entanto, é também a lição mais importante porque nos abre duas portas: uma para o entendimento dessas relações e outra para a ação.Partindo da ideia de que não há neutralidade da ciência nem determinismo tecnológico ou social nas relações CTS(ciência, Tecnologia e sociedade) abre-se a primeira porta. E esta é a que explica a construção da tecnologia segundo o jogo social no qual estão presentes atores com seus interesses, valores, com diferenças de poder, de saberes e de capacidades. Isto equivale a dizer que a tecnologia não segue um caminho predeterminado ou é sempre a “melhor” tecnologia ou a de “ponta”. O sentido do desenvolvimento da tecnologia vai se dar de acordo com o complexo jogo de relações que se estabelecem em qualquer sistema social.No jogo de relações da nossa sociedade, a tecnologia produzida tem participado da construção de uma sociedade socialmente desigual e ambientalmente insustentável. David Noble usa a expressão “Fetiche Cultural da Tecnologia” para nomear a dominação que continua a moldar a sociedade e a tecnologia de acordo com a “compulsão irracional da ideologia do progresso” que determina o uso e desenho ex ante da tecnologia.A tecnologia predominante no mundo hoje é a que inclui no seu desenvolvimento os valores e os interesses que predominam no jogo social e que servem para construção desse tipo de sociedade. Se pensarmos em outro tipo de sociedade, temos de pensar em construir outro tipo de tecnologia. Esta constatação nos abre a segunda porta, a da ação.
Diferentes pessoas em diferentes lugares do mundo chegaram a esta compreensão por caminhos diversos. Alguns compreenderam essa questão teoricamente e procuraram realizar pesquisas para demonstrá-la.
Podemos citar os clássicos estudos sobre a trajetória tecnológica da bicicleta e da geladeira de Pinch e Bjiker e estudos de outros autores como Winner, Latour e Callon – ligados à corrente construtivista dos Estudos Sociais da Ciência e Tecnologia. Outros entenderam essa ideia na prática e passaram a fazer tecnologia introduzindo, de forma consciente e intencional, interesses e valores de grupos sociais menos privilegiados e/ou critérios em geral negligenciados, como os de sustentabilidade ambiental.O entendimento de que o problema da exclusão social e a ciência e tecnologia estão relacionados e que essas podem desempenhar papel importante na redução das desigualdades sociais é um forte orientador para a intervenção no meio social. O enfoque tecnológico para inclusão social tem um sentido transformador, buscando gerar uma tecnologia desenvolvida com os atores sociais interessados e segundo valores e interesses alternativos e, por isso, capaz de promover a inclusão social.O enfoque tecnológico para o tema da exclusão/inclusão indica a formulação de um modelo de desenvolvimento alternativo, econômico, ambiental e socialmente sustentável. Aí está a porta da ação. Tecnologia não é apenas o artefato, mas também o sistema de conhecimentos e a organização necessária para produzi-la e operá-la.Langdon Winner afirma que as máquinas, as estruturas e os sistemas devem ser julgados não apenas por suas contribuições à eficiência, à produtividade e por seus efeitos ambientalmente positivos ou negativos, mas também pela forma que podem incorporar formas específicas de poder e autoridade. Segundo o autor, a tecnologia possui intrinsecamente algum conteúdo político. A história da arquitetura, planejamento urbano e obras públicas, segundo ele, forneceriam bons exemplos de arranjos físicos ou técnicos que permitem observar conteúdo implícita ou explicitamente políticos.
Exemplos do passado mostraram como tentativas de desenvolvimento e difusão de tecnologias alternativas podem falhar em seus objetivos de transformação social. Nos anos 1970, houve uma proliferação de defensores de tecnologias diferentes das convencionais, que integraram o movimento da chamada Tecnologia Apropriada (TA). Essas tecnologias tentavam se diferenciar daquelas consideradas de uso intensivo de capital e insumos sintéticos e poupadoras de mão-de-obra, produzidas nos países desenvolvidos.
>Lista de tecnologias
Tecnologias clássicas
Agricultura
• Construção
• Astronomia
• Roupa
• Fogo
• Medicina
• Mineração
• Parafuso
• Roda
• Transportes
• Escrita
• Engenharia de Produção
] Tecnologias avançadas
• Hidráulica
• Pneumática
• Genética
• Biotecnologia
• Armazenamento de energia
• Purificação de água
• Instrumentação
• Metalurgia
• Micro-ondas
• Microtecnologia
• Microfluidos
• Engenharia molecular
• Nanotecnologia
• Reator nuclear
• Energia nuclear
• Fusão nuclear
• Raios X
• Armas nucleares
• Armas químicas
OBS: Ler o conteúdo para os alunos, explorar o máximo e em seguida dar oportunidades para eles expôr suas idéias de forma clara e objetiva, mas a professora irá mediando, direcionando as falas.Em segundo momento, fazer a síntese do assunto: e terceiro momento fazer seminário das leituras das sínteses.
Ciência, Tecnologia e Sociedade
Por Rodrigo Fonseca*
A sociedade constrói a ciência e a tecnologia, ao mesmo tempo, a ciência e a tecnologia constroem a sociedade. Sem determinismos de parte a parte. Esta é, em geral, a lição mais difícil de compreender quando começamos a estudar as relações entre Ciência, Tecnologia e Sociedade (CTS). No entanto, é também a lição mais importante porque nos abre duas portas: uma para o entendimento dessas relações e outra para a ação.Partindo da ideia de que não há neutralidade da ciência nem determinismo tecnológico ou social nas relações CTS(ciência, Tecnologia e sociedade) abre-se a primeira porta. E esta é a que explica a construção da tecnologia segundo o jogo social no qual estão presentes atores com seus interesses, valores, com diferenças de poder, de saberes e de capacidades. Isto equivale a dizer que a tecnologia não segue um caminho predeterminado ou é sempre a “melhor” tecnologia ou a de “ponta”. O sentido do desenvolvimento da tecnologia vai se dar de acordo com o complexo jogo de relações que se estabelecem em qualquer sistema social.No jogo de relações da nossa sociedade, a tecnologia produzida tem participado da construção de uma sociedade socialmente desigual e ambientalmente insustentável. David Noble usa a expressão “Fetiche Cultural da Tecnologia” para nomear a dominação que continua a moldar a sociedade e a tecnologia de acordo com a “compulsão irracional da ideologia do progresso” que determina o uso e desenho ex ante da tecnologia.A tecnologia predominante no mundo hoje é a que inclui no seu desenvolvimento os valores e os interesses que predominam no jogo social e que servem para construção desse tipo de sociedade. Se pensarmos em outro tipo de sociedade, temos de pensar em construir outro tipo de tecnologia. Esta constatação nos abre a segunda porta, a da ação.
Diferentes pessoas em diferentes lugares do mundo chegaram a esta compreensão por caminhos diversos. Alguns compreenderam essa questão teoricamente e procuraram realizar pesquisas para demonstrá-la.
Podemos citar os clássicos estudos sobre a trajetória tecnológica da bicicleta e da geladeira de Pinch e Bjiker e estudos de outros autores como Winner, Latour e Callon – ligados à corrente construtivista dos Estudos Sociais da Ciência e Tecnologia. Outros entenderam essa ideia na prática e passaram a fazer tecnologia introduzindo, de forma consciente e intencional, interesses e valores de grupos sociais menos privilegiados e/ou critérios em geral negligenciados, como os de sustentabilidade ambiental.O entendimento de que o problema da exclusão social e a ciência e tecnologia estão relacionados e que essas podem desempenhar papel importante na redução das desigualdades sociais é um forte orientador para a intervenção no meio social. O enfoque tecnológico para inclusão social tem um sentido transformador, buscando gerar uma tecnologia desenvolvida com os atores sociais interessados e segundo valores e interesses alternativos e, por isso, capaz de promover a inclusão social.O enfoque tecnológico para o tema da exclusão/inclusão indica a formulação de um modelo de desenvolvimento alternativo, econômico, ambiental e socialmente sustentável. Aí está a porta da ação. Tecnologia não é apenas o artefato, mas também o sistema de conhecimentos e a organização necessária para produzi-la e operá-la.Langdon Winner afirma que as máquinas, as estruturas e os sistemas devem ser julgados não apenas por suas contribuições à eficiência, à produtividade e por seus efeitos ambientalmente positivos ou negativos, mas também pela forma que podem incorporar formas específicas de poder e autoridade. Segundo o autor, a tecnologia possui intrinsecamente algum conteúdo político. A história da arquitetura, planejamento urbano e obras públicas, segundo ele, forneceriam bons exemplos de arranjos físicos ou técnicos que permitem observar conteúdo implícita ou explicitamente políticos.
Exemplos do passado mostraram como tentativas de desenvolvimento e difusão de tecnologias alternativas podem falhar em seus objetivos de transformação social. Nos anos 1970, houve uma proliferação de defensores de tecnologias diferentes das convencionais, que integraram o movimento da chamada Tecnologia Apropriada (TA). Essas tecnologias tentavam se diferenciar daquelas consideradas de uso intensivo de capital e insumos sintéticos e poupadoras de mão-de-obra, produzidas nos países desenvolvidos.
>Lista de tecnologias
Tecnologias clássicas
Agricultura
• Construção
• Astronomia
• Roupa
• Fogo
• Medicina
• Mineração
• Parafuso
• Roda
• Transportes
• Escrita
• Engenharia de Produção
] Tecnologias avançadas
• Hidráulica
• Pneumática
• Genética
• Biotecnologia
• Armazenamento de energia
• Purificação de água
• Instrumentação
• Metalurgia
• Micro-ondas
• Microtecnologia
• Microfluidos
• Engenharia molecular
• Nanotecnologia
• Reator nuclear
• Energia nuclear
• Fusão nuclear
• Raios X
• Armas nucleares
• Armas químicas
OBS: Ler o conteúdo para os alunos, explorar o máximo e em seguida dar oportunidades para eles expôr suas idéias de forma clara e objetiva, mas a professora irá mediando, direcionando as falas.Em segundo momento, fazer a síntese do assunto: e terceiro momento fazer seminário das leituras das sínteses.
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
Encaminhamentos da aula
A professora utilizou o datashow, notebook dentro da sala de aula.Solicitou que alguns alunos pesquisassem no youtube dando-lhe o nome do cantor Marllos Boca e o título da música.Em seguida, ouvimos silenciosamnete, depois a professora abriu espaço par aos comentários do vídeos.Os alunos deram suas opiniões de forma clara e objetiva e a professora fazendo mediações necessárias.Ouvimos outros vídeos do mesmo cantor.Observamos as paisagens, e a idéia central da música..enfim...observamos tudo no vídeo.
Frisamos muito o título "Serei sempre Grato a Voce" Por quê grato? Grato alguém..quem este alguém? A imagem do cantor.....
OBS: A aula foi bastante produtiva.Valeu a pena,com isto utilizamos ferramenta diferente na interpretação.
Frisamos muito o título "Serei sempre Grato a Voce" Por quê grato? Grato alguém..quem este alguém? A imagem do cantor.....
OBS: A aula foi bastante produtiva.Valeu a pena,com isto utilizamos ferramenta diferente na interpretação.
Interpretação da letra de músicas.
Ola queridos alunos!!
Vamos trabalhar interpretaçao de Textos através de Vídeos.Observar tudo que é composto no vídeo.Após iremos discutir na oralidade.Cada um deverá expor suas idéias de forma clara e objetiva de acordo com o que viu e ouviu do vídeo e trazer para nosso contexto de vida, alguns pontos relevantes.
Os vídeos serão do cantor Marllos Boca - "Serei sempre Grato a Voce" (YouTube)
Marllos Boca - My pledge of love (London) (YouTube)
-Marllos Boca - A Festa Acabou! (YouTube)
Vamos trabalhar interpretaçao de Textos através de Vídeos.Observar tudo que é composto no vídeo.Após iremos discutir na oralidade.Cada um deverá expor suas idéias de forma clara e objetiva de acordo com o que viu e ouviu do vídeo e trazer para nosso contexto de vida, alguns pontos relevantes.
Os vídeos serão do cantor Marllos Boca - "Serei sempre Grato a Voce" (YouTube)
Marllos Boca - My pledge of love (London) (YouTube)
-Marllos Boca - A Festa Acabou! (YouTube)
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
Como utilizar as tecnologias na escola
Como utilizar as tecnologias na escola
José Manuel Moran
>Especialista em mudanças na educação presencial e a distância [*]
1. Tecnologias para organizar a informação
Do ponto de vista metodológico, o educador precisa aprender a equilibrar processos de organização e de “provocação” na sala de aula. Uma das dimensões fundamentais do ato de educar é ajudar a encontrar uma lógica dentro do caos de informações que temos, organizá-las numa síntese coerente, mesmo que momentânea, compreendê-las. Compreender é organizar, sistematizar, comparar, avaliar, contextualizar. Uma segunda dimensão pedagógica procura questionar essa compreensão, criar uma tensão para superá-la, para modificá-la, para avançar para novas sínteses, outros momentos e formas de compreensão. Para isso, o professor precisa questionar, criar tensões produtivas e provocar o nível da compreensão existente.
No planejamento didático, predomina uma organização fechada e rígida quando o professor trabalha com esquemas, aulas expositivas, apostilas, avaliação tradicional. O professor que “dá tudo mastigado” para o aluno, de um lado, facilita a compreensão; mas, por outro, transfere para o aluno, como um pacote pronto, o conhecimento de mundo que ele tem.
Predomina a organização aberta e flexível no planejamento didático, quando o professor trabalha a partir de experiências, projetos, novos olhares de terceiros: artistas, escritores... etc. Em qualquer área de conhecimento, podemos transitar entre uma organização inadequada da aprendizagem e a busca de novos desafios, sínteses. Há atividades que facilitam a má organização, e outras, a superação dos métodos conservadores. O relato de experiências diferentes das do grupo ou, uma entrevista polêmica podem desencadear novas questões, expectativas, desejos. E há também relatos de experiências ou entrevistas que servem para confirmar nossas idéias, nossas sínteses, para reforçar o que já conhecemos. Precisamos saber escolher aquilo que melhor atende ao aluno e o traz para uma contemporaneidade.
Há professores que privilegiam a organização questionadora, o questionamento, a superação de modelos e não chegam às sínteses, nem mesmo parciais, provisórias. Vivem no incessante fervilhar de provocações, questionamentos, novos olhares. Nem o sistematizador nem o questionador podem prevalecer no conjunto. É importante equilibrar organização e inovação; sistematização e superação
José Manuel Moran
>Especialista em mudanças na educação presencial e a distância [*]
1. Tecnologias para organizar a informação
Do ponto de vista metodológico, o educador precisa aprender a equilibrar processos de organização e de “provocação” na sala de aula. Uma das dimensões fundamentais do ato de educar é ajudar a encontrar uma lógica dentro do caos de informações que temos, organizá-las numa síntese coerente, mesmo que momentânea, compreendê-las. Compreender é organizar, sistematizar, comparar, avaliar, contextualizar. Uma segunda dimensão pedagógica procura questionar essa compreensão, criar uma tensão para superá-la, para modificá-la, para avançar para novas sínteses, outros momentos e formas de compreensão. Para isso, o professor precisa questionar, criar tensões produtivas e provocar o nível da compreensão existente.
No planejamento didático, predomina uma organização fechada e rígida quando o professor trabalha com esquemas, aulas expositivas, apostilas, avaliação tradicional. O professor que “dá tudo mastigado” para o aluno, de um lado, facilita a compreensão; mas, por outro, transfere para o aluno, como um pacote pronto, o conhecimento de mundo que ele tem.
Predomina a organização aberta e flexível no planejamento didático, quando o professor trabalha a partir de experiências, projetos, novos olhares de terceiros: artistas, escritores... etc. Em qualquer área de conhecimento, podemos transitar entre uma organização inadequada da aprendizagem e a busca de novos desafios, sínteses. Há atividades que facilitam a má organização, e outras, a superação dos métodos conservadores. O relato de experiências diferentes das do grupo ou, uma entrevista polêmica podem desencadear novas questões, expectativas, desejos. E há também relatos de experiências ou entrevistas que servem para confirmar nossas idéias, nossas sínteses, para reforçar o que já conhecemos. Precisamos saber escolher aquilo que melhor atende ao aluno e o traz para uma contemporaneidade.
Há professores que privilegiam a organização questionadora, o questionamento, a superação de modelos e não chegam às sínteses, nem mesmo parciais, provisórias. Vivem no incessante fervilhar de provocações, questionamentos, novos olhares. Nem o sistematizador nem o questionador podem prevalecer no conjunto. É importante equilibrar organização e inovação; sistematização e superação
domingo, 11 de dezembro de 2011
MENSAGEM DE NATAL
Temas: NATAL
Abrace o Natal
O Natal é um abraço especial
de Jesus Cristo na humanidade!
Aproveite e abrace também o Natal
com vontade de criança feliz!
Não deixe esse momento mágico
escapar das suas mãos.
Abrace com amor. Leveza. Sorriso.
Encanto. Magia e emoção.
Não deixe o abraço pra depois.
O momento é agora. No presente.
O Natal demorou mas chegou.
E Natal é a festa de Jesus no coração
da humanidade. Celebração! Satisfação!
Animação que vem do fundo da alma!
É paixão de Cristo abençoando a terra
e perfumando o ar.
Abrace e transborde de felicidade!
Natal é abraço forte. Dê o seu abraço
e boas festas!
Abrace o Natal
O Natal é um abraço especial
de Jesus Cristo na humanidade!
Aproveite e abrace também o Natal
com vontade de criança feliz!
Não deixe esse momento mágico
escapar das suas mãos.
Abrace com amor. Leveza. Sorriso.
Encanto. Magia e emoção.
Não deixe o abraço pra depois.
O momento é agora. No presente.
O Natal demorou mas chegou.
E Natal é a festa de Jesus no coração
da humanidade. Celebração! Satisfação!
Animação que vem do fundo da alma!
É paixão de Cristo abençoando a terra
e perfumando o ar.
Abrace e transborde de felicidade!
Natal é abraço forte. Dê o seu abraço
e boas festas!
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
História em Quadrinhos
Ola queridos alunos, hoje vamos aprender um pouco mais sobre histórias em quadrinhos.Além desse exemplo há mais aqui no blog.Dê uma olhada.
Dicas de Evelyn Heine
Um belo dia a professora chega na classe e pede:
— Queridos alunos, quero que vocês façam uma história em quadrinhos sobre um assunto qualquer!
E aí?
Para ajudar, criamos este conjunto de dicas.
É mais fácil do que muita gente imagina. Você vai até se orgulhar do seu talento!
Primeiro, um exemplo prático. Veja:
1. Primeiro quadrinho:
Desenho - Professora na frente da lousa
Balão - Oi, classe! Quero que cada um faça uma história em quadrinhos!
2. Segundo quadrinho:
Desenho - Todos os alunos sentados em suas carteiras com cara de assustados.
Balão geral - OH, NÃÃÃO!
3. Terceiro quadrinho:
Desenho - Close de um menino ou menina (você), cara preocupada.
Balão - E agora?
Viu só?
Qualquer situação pode virar uma historinha legal. Elas estão aí por toda parte, acontecendo de verdade. A gente consegue usá-las à vontade, mudando, colocando piadinhas, exagerando, misturando fatos.
Para facilitar, primeiro faça um ROTEIRO, assim como o exemplo acima, colocando no papel como será a história toda.
Depois, faça as contas!
Isso mesmo. Veja quantos quadrinhos sua história inteira vai ter. Aí tente descobrir de quantas páginas ela precisa.
Exemplo: 12 quadrinhos.
Aí eu posso colocar em 2 páginas, 6 quadrinhos em cada uma.
Dividindo uma folha de sulfite ao meio, posso fazer uma CAPA na primeira página, deixar a história na segunda e terceira, colocar meu nome e série na quarta, a última.
Mas isto é só um exemplo. Algumas professoras já dizem se querem uma página ou apenas uma TIRINHA (história bem curta que é só uma tira mesmo, como as dos jornais).
A “cara” da história
Quando você pensa na disposição e no formato dos quadrinhos, calculando as páginas, está fazendo uma coisa que se chama DIAGRAMAÇÃO.
“Diagramar” é decidir a forma e o tamanho dos quadrinhos, lembrando que um pode ser o dobro dos outros e ocupar uma tira inteira, por exemplo.
Outro pode ser pequeno, somente com um “som” do Tipo “TUM”, “CRÁS”, “NHACT”...
Ai! Não sei desenhar!
Se você acha difícil desenhar ou inventar personagens, não se preocupe. Qualquer coisa que existe pode virar um personagem de quadrinhos. Mesmo bem simples. Basta um par de olhos, duas pernas ou qualquer característica dos seres humanos para “animar” algo que não tem vida.
Quer um bom exemplo? Uma esponja-do-mar virou um dos personagens mais famosos do mundo, não é mesmo? O criador do Bob Esponja foi muito criativo!
Então, comece a observar alguns personagens por aí. Nas propagandas, logotipos de empresas, mascotes de times de futebol...
Outra coisa: não precisa ser um desenho. Você pode fazer uma colagem para criar seu personagem. Um triângulo é o corpo, uma bola é a cabeça. Quem sabe até uma bola de futebol ou de basquete... se for um cara fanático por esportes...
Quando você começar, vai perceber que sua imaginação achará boas idéias.
Mão na massa!
Dica importante: para fazer cada quadrinho, comece pelo texto (balões dos personagens).
Depois faça os desenhos. Sabe por quê? Porque, geralmente, a gente se empolga com o cenário, os personagens, e depois não cabem mais os balões. Fica tudo encolhido e ninguém consegue ler direito.
Outra sugestão:
Se quiser, faça os quadrinhos em papéis já recortados e depois cole-os numa folha preta, deixando espaços iguais entre eles.
Em vez de preta, escolha a cor que preferir, sempre contrastando com a dos quadrinhos para ficar legal.
As letras
Use apenas letras MAIÚSCULAS.
Capriche bem nas letras para ficarem mais ou menos do mesmo tamanho.
Você pode destacar palavras importantes ou gritos com cores mais fortes, assim como usamos o NEGRITO (N) no computador.
Escreva as letras antes de fazer o balão em torno delas.
Tipos de balões
Onomatopéias
Hein? Isso mesmo: “onomatopéias” são palavras que imitam sons.
Veja algumas delas.
FORA DOS BALÕES:
OU DENTRO DOS BALÕES:
Final da históriA
O final é muito importante. É o desfecho do seu trabalho. Imagine que todo leitor gosta de uma surpresa no final.
Coloque a palavra “fim” no último quadrinho.
O título
Quando souber como será sua história, invente um título para ela. Lembre-se de deixar espaço no início da primeira página.
Não complique!
Cena complicada demais pra desenhar?
Pense em outra. Sempre há uma solução mais simples...
Frase comprida demais? Tente cortar o que não faz falta.
Finja que está dizendo a mesma coisa, mas com pressa.
Este é um bom truque.
Faça a lápis primeiro.
Assim dá pra mudar algo errado, diminuir o textos, estas coisas.
Dica de Português
Sempre coloque vírgula entre o VOCATIVO e o resto da frase.
Exemplos:
Oi, turma!
Mãe, você deixa eu brincar?
Gente, vamos jogar bola!
Pára com isso, menina!
Vocativo é a pessoa ou pessoas com quem o personagem fala. (Invoca).
Como sei sobre isto tudo?
Aprendi trabalhando. Meu primeiro emprego foi como roteirista de histórias em quadrinhos da Editora Abril, na Redação Disney.
Depois virei redatora e editora de revistas como Pato Donald, Zé Carioca, Tio Patinhas e Mickey. Foi muito gostoso trabalhar com essa “turma”!
E sabe o que mais? Nunca imaginei um emprego assim tão divertido!
Quando eu era pequena, lia muitas histórias em quadrinhos e adorava, mas não pensava que meu passatempo pudesse ser um serviço.
Aqui vai um conselho, então: observe o que deixa você muito feliz e transforme isso em seu jeito de ganhar a vida.
Você vai ter sucesso e disposição para trabalhar a vida toda.
Dicas de Evelyn Heine
Um belo dia a professora chega na classe e pede:
— Queridos alunos, quero que vocês façam uma história em quadrinhos sobre um assunto qualquer!
E aí?
Para ajudar, criamos este conjunto de dicas.
É mais fácil do que muita gente imagina. Você vai até se orgulhar do seu talento!
Primeiro, um exemplo prático. Veja:
1. Primeiro quadrinho:
Desenho - Professora na frente da lousa
Balão - Oi, classe! Quero que cada um faça uma história em quadrinhos!
2. Segundo quadrinho:
Desenho - Todos os alunos sentados em suas carteiras com cara de assustados.
Balão geral - OH, NÃÃÃO!
3. Terceiro quadrinho:
Desenho - Close de um menino ou menina (você), cara preocupada.
Balão - E agora?
Viu só?
Qualquer situação pode virar uma historinha legal. Elas estão aí por toda parte, acontecendo de verdade. A gente consegue usá-las à vontade, mudando, colocando piadinhas, exagerando, misturando fatos.
Para facilitar, primeiro faça um ROTEIRO, assim como o exemplo acima, colocando no papel como será a história toda.
Depois, faça as contas!
Isso mesmo. Veja quantos quadrinhos sua história inteira vai ter. Aí tente descobrir de quantas páginas ela precisa.
Exemplo: 12 quadrinhos.
Aí eu posso colocar em 2 páginas, 6 quadrinhos em cada uma.
Dividindo uma folha de sulfite ao meio, posso fazer uma CAPA na primeira página, deixar a história na segunda e terceira, colocar meu nome e série na quarta, a última.
Mas isto é só um exemplo. Algumas professoras já dizem se querem uma página ou apenas uma TIRINHA (história bem curta que é só uma tira mesmo, como as dos jornais).
A “cara” da história
Quando você pensa na disposição e no formato dos quadrinhos, calculando as páginas, está fazendo uma coisa que se chama DIAGRAMAÇÃO.
“Diagramar” é decidir a forma e o tamanho dos quadrinhos, lembrando que um pode ser o dobro dos outros e ocupar uma tira inteira, por exemplo.
Outro pode ser pequeno, somente com um “som” do Tipo “TUM”, “CRÁS”, “NHACT”...
Ai! Não sei desenhar!
Se você acha difícil desenhar ou inventar personagens, não se preocupe. Qualquer coisa que existe pode virar um personagem de quadrinhos. Mesmo bem simples. Basta um par de olhos, duas pernas ou qualquer característica dos seres humanos para “animar” algo que não tem vida.
Quer um bom exemplo? Uma esponja-do-mar virou um dos personagens mais famosos do mundo, não é mesmo? O criador do Bob Esponja foi muito criativo!
Então, comece a observar alguns personagens por aí. Nas propagandas, logotipos de empresas, mascotes de times de futebol...
Outra coisa: não precisa ser um desenho. Você pode fazer uma colagem para criar seu personagem. Um triângulo é o corpo, uma bola é a cabeça. Quem sabe até uma bola de futebol ou de basquete... se for um cara fanático por esportes...
Quando você começar, vai perceber que sua imaginação achará boas idéias.
Mão na massa!
Dica importante: para fazer cada quadrinho, comece pelo texto (balões dos personagens).
Depois faça os desenhos. Sabe por quê? Porque, geralmente, a gente se empolga com o cenário, os personagens, e depois não cabem mais os balões. Fica tudo encolhido e ninguém consegue ler direito.
Outra sugestão:
Se quiser, faça os quadrinhos em papéis já recortados e depois cole-os numa folha preta, deixando espaços iguais entre eles.
Em vez de preta, escolha a cor que preferir, sempre contrastando com a dos quadrinhos para ficar legal.
As letras
Use apenas letras MAIÚSCULAS.
Capriche bem nas letras para ficarem mais ou menos do mesmo tamanho.
Você pode destacar palavras importantes ou gritos com cores mais fortes, assim como usamos o NEGRITO (N) no computador.
Escreva as letras antes de fazer o balão em torno delas.
Tipos de balões
Onomatopéias
Hein? Isso mesmo: “onomatopéias” são palavras que imitam sons.
Veja algumas delas.
FORA DOS BALÕES:
OU DENTRO DOS BALÕES:
Final da históriA
O final é muito importante. É o desfecho do seu trabalho. Imagine que todo leitor gosta de uma surpresa no final.
Coloque a palavra “fim” no último quadrinho.
O título
Quando souber como será sua história, invente um título para ela. Lembre-se de deixar espaço no início da primeira página.
Não complique!
Cena complicada demais pra desenhar?
Pense em outra. Sempre há uma solução mais simples...
Frase comprida demais? Tente cortar o que não faz falta.
Finja que está dizendo a mesma coisa, mas com pressa.
Este é um bom truque.
Faça a lápis primeiro.
Assim dá pra mudar algo errado, diminuir o textos, estas coisas.
Dica de Português
Sempre coloque vírgula entre o VOCATIVO e o resto da frase.
Exemplos:
Oi, turma!
Mãe, você deixa eu brincar?
Gente, vamos jogar bola!
Pára com isso, menina!
Vocativo é a pessoa ou pessoas com quem o personagem fala. (Invoca).
Como sei sobre isto tudo?
Aprendi trabalhando. Meu primeiro emprego foi como roteirista de histórias em quadrinhos da Editora Abril, na Redação Disney.
Depois virei redatora e editora de revistas como Pato Donald, Zé Carioca, Tio Patinhas e Mickey. Foi muito gostoso trabalhar com essa “turma”!
E sabe o que mais? Nunca imaginei um emprego assim tão divertido!
Quando eu era pequena, lia muitas histórias em quadrinhos e adorava, mas não pensava que meu passatempo pudesse ser um serviço.
Aqui vai um conselho, então: observe o que deixa você muito feliz e transforme isso em seu jeito de ganhar a vida.
Você vai ter sucesso e disposição para trabalhar a vida toda.
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
Ortografia
Queridos alunos leiam:
Há\a: am\ão: por que, porque, por quê,porquê
Para saber se você deve usar “a” ou “há” apresentamos aqui algumas dicas para facilitar a eliminação de dúvidas a esse respeito:
• Usa-se “há” quando o verbo “haver” é impessoal, tem sentido de “existir” e é conjugado na terceira pessoa do singular.
Exemplo: Há um modo mais fácil de fazer essa massa de bolo.
Existe um modo mais fácil de fazer essa massa de bolo.
• Ainda como impessoal, o verbo “haver” é utilizado em expressões que indicam tempo decorrido, assim como o verbo “fazer”.
Exemplos: Há muito tempo não como esse bolo.
Faz muito tempo que não como esse bolo.
Logo, para identificarmos se utilizaremos o “a” ou “há” substituímos por “faz” nas expressões indicativas de tempo. Se a substituição não alterar o sentido real da frase, emprega-se “há”.
Exemplos: Há cinco anos não escutava uma música como essa.
Substituindo por faz: Faz cinco anos que não escutava uma música como essa.
• Quando não for possível a conjugação do verbo “haver” nem no sentido de “existir”, nem de “tempo decorrido”, então, emprega-se “a”.
Exemplos: Daqui a pouco você poderá ir embora.
Estamos a dez minutos de onde você está.
Importante: Não se usa “Há muitos anos atrás”, pois é redundante, pleonasmo. Não é necessário colocar “atrás”, uma vez que o verbo “haver” está no sentido de tempo decorrido.
TERMINAÇÃO EM OU <ÃO>?
No final de formas verbais, o ditongo [ão] apresenta duas grafias: <ão> e. Se a sílaba onde está o ditongo for a tónica, a grafia é <ão>, como sucede em todas as formas da 3ª pessoa do plural do Futuro do Indicativo (estudarão, comerão, dormirão) e na mesma pessoa do Presente do Indicativo dos verbos irregulares haver, estar, ser, ir e dar: hão, estão,
são, vão, dão. Se a sílaba do ditongo final for átona, escreve-se
invariavelmente: estudam, cantavam, brincaram, pensariam,
comeram, dormiram, etc.
Nos nomes e nos adjectivos, o ditongo tem sempre a grafia <ão>,
independentemente de integrar a sílaba tónica ou átona: mão, melão,
brincalhão, aldeão, alemão, solidão, sótão, bênção, etc.
ATIVIDADES:
Completa as palavras das frases que se seguem com ou
<ão>:
1.Eles cantar_____ anteontem em Lisboa, hoje cant_____ na Nazaré e
amanhã cantar_____ no Porto.
2. Os meus primos passar_____ por cá no mês passado e visitar_____ a
família.
3. Ontem, elas adormecer_____ tarde, mas dormir_____ até ao meio-dia.
4. Eles for_____ sujeitos a uma intervenç_____ cirúrgica delicada.
5. Brevemente, construir_____ um museu muito perto do sítio onde já
edificar_____ a biblioteca pública.
6. No próximo ano lectivo, as aulas começar_____ no dia 16 de
Setembro.
Usos do porquê
sobre Português por Algo Sobre
conteudo@algosobre.com.br
Mais...
Publicidade
Há quatro maneiras de se escrever o porquê: porquê, porque, por que e por quê. Vejamo-las:
Porquê
É um substantivo, por isso somente poderá ser utilizado, quando for precedido de artigo (o, os),
pronome adjetivo (meu(s), este(s), esse(s), aquele(s), quantos(s)...) ou numeral (um, dois, três,
quatro)
Ex.
• Ninguém entende o porquê de tanta confusão.
• Este porquê é um substantivo.
• Quantos porquês existem na Língua Portuguesa?
• Existem quatro porquês.
Por quê
Sempre que a palavra que estiver em final de frase, deverá receber acento, não importando qual seja o elemento que surja antes dela.
Ex.
• Ela não me ligou e nem disse por quê.
• Você está rindo de quê?
• Você veio aqui para quê?
Por que
Usa-se por que, quando houver a junção da preposição por com o pronome interrogativo que ou com o pronome relativo que. Para facilitar, dizemos que se pode substituí- lo por por qual razão, pelo qual, pela qual, pelos quais, pelas quais, por qual.
Ex.
• Por que não me disse a verdade? = por qual razão
• Gostaria de saber por que não me disse a verdade. = por qual razão
• As causas por que discuti com ele são particulares. = pelas quais
• Ester é a mulher por que vivo. = pela qual
Porque
É uma conjunção subordinativa causal ou conjunção subordinativa final ou conjunção
coordenativa explicativa, portanto estará ligando duas orações, indicando causa, explicação ou
finalidade. Para facilitar, dizemos que se pode substituí-lo por já que, pois ou a fim de que.
Ex.
• Não saí de casa, porque estava doente. = já que
• É uma conjunção, porque liga duas orações. = pois
• Estudem, porque aprendam. = a fim de que
Há\a: am\ão: por que, porque, por quê,porquê
Para saber se você deve usar “a” ou “há” apresentamos aqui algumas dicas para facilitar a eliminação de dúvidas a esse respeito:
• Usa-se “há” quando o verbo “haver” é impessoal, tem sentido de “existir” e é conjugado na terceira pessoa do singular.
Exemplo: Há um modo mais fácil de fazer essa massa de bolo.
Existe um modo mais fácil de fazer essa massa de bolo.
• Ainda como impessoal, o verbo “haver” é utilizado em expressões que indicam tempo decorrido, assim como o verbo “fazer”.
Exemplos: Há muito tempo não como esse bolo.
Faz muito tempo que não como esse bolo.
Logo, para identificarmos se utilizaremos o “a” ou “há” substituímos por “faz” nas expressões indicativas de tempo. Se a substituição não alterar o sentido real da frase, emprega-se “há”.
Exemplos: Há cinco anos não escutava uma música como essa.
Substituindo por faz: Faz cinco anos que não escutava uma música como essa.
• Quando não for possível a conjugação do verbo “haver” nem no sentido de “existir”, nem de “tempo decorrido”, então, emprega-se “a”.
Exemplos: Daqui a pouco você poderá ir embora.
Estamos a dez minutos de onde você está.
Importante: Não se usa “Há muitos anos atrás”, pois é redundante, pleonasmo. Não é necessário colocar “atrás”, uma vez que o verbo “haver” está no sentido de tempo decorrido.
TERMINAÇÃO EM
No final de formas verbais, o ditongo [ão] apresenta duas grafias: <ão> e
são, vão, dão. Se a sílaba do ditongo final for átona, escreve-se
invariavelmente
comeram, dormiram, etc.
Nos nomes e nos adjectivos, o ditongo tem sempre a grafia <ão>,
independentemente de integrar a sílaba tónica ou átona: mão, melão,
brincalhão, aldeão, alemão, solidão, sótão, bênção, etc.
ATIVIDADES:
Completa as palavras das frases que se seguem com
<ão>:
1.Eles cantar_____ anteontem em Lisboa, hoje cant_____ na Nazaré e
amanhã cantar_____ no Porto.
2. Os meus primos passar_____ por cá no mês passado e visitar_____ a
família.
3. Ontem, elas adormecer_____ tarde, mas dormir_____ até ao meio-dia.
4. Eles for_____ sujeitos a uma intervenç_____ cirúrgica delicada.
5. Brevemente, construir_____ um museu muito perto do sítio onde já
edificar_____ a biblioteca pública.
6. No próximo ano lectivo, as aulas começar_____ no dia 16 de
Setembro.
Usos do porquê
sobre Português por Algo Sobre
conteudo@algosobre.com.br
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Há quatro maneiras de se escrever o porquê: porquê, porque, por que e por quê. Vejamo-las:
Porquê
É um substantivo, por isso somente poderá ser utilizado, quando for precedido de artigo (o, os),
pronome adjetivo (meu(s), este(s), esse(s), aquele(s), quantos(s)...) ou numeral (um, dois, três,
quatro)
Ex.
• Ninguém entende o porquê de tanta confusão.
• Este porquê é um substantivo.
• Quantos porquês existem na Língua Portuguesa?
• Existem quatro porquês.
Por quê
Sempre que a palavra que estiver em final de frase, deverá receber acento, não importando qual seja o elemento que surja antes dela.
Ex.
• Ela não me ligou e nem disse por quê.
• Você está rindo de quê?
• Você veio aqui para quê?
Por que
Usa-se por que, quando houver a junção da preposição por com o pronome interrogativo que ou com o pronome relativo que. Para facilitar, dizemos que se pode substituí- lo por por qual razão, pelo qual, pela qual, pelos quais, pelas quais, por qual.
Ex.
• Por que não me disse a verdade? = por qual razão
• Gostaria de saber por que não me disse a verdade. = por qual razão
• As causas por que discuti com ele são particulares. = pelas quais
• Ester é a mulher por que vivo. = pela qual
Porque
É uma conjunção subordinativa causal ou conjunção subordinativa final ou conjunção
coordenativa explicativa, portanto estará ligando duas orações, indicando causa, explicação ou
finalidade. Para facilitar, dizemos que se pode substituí-lo por já que, pois ou a fim de que.
Ex.
• Não saí de casa, porque estava doente. = já que
• É uma conjunção, porque liga duas orações. = pois
• Estudem, porque aprendam. = a fim de que
domingo, 2 de outubro de 2011
Mais pesquisa sobre Dourados MS
Queridos alunos !!!Observem e estudem o conteúdo abaixo ,sobre nosso município, que dia 5 de outubro vamos fazer um seminário.OK?
Dourados-MS
Douraos-Ms
Município de Dourados
"Portal do Mercosul
Cidade Modelo"
Aniversário
20 de dezembro
Fundação 20 de dezembro de 1935
Emancipação 20 de dezembro de 1935
Gentílico
douradense
Lema
Terra de Antônio João
Padroeiro(a)
Nossa Senhora da Imaculada Conceição
Prefeito(a)
Murilo Zauith (DEM)
(2009–2012)
Localização
Localização no Mato Grosso do Sul
Dourados é um município brasileiro da região Centro-Oeste, localizado no estado de Mato Grosso do Sul.Fundada em 1935, Dourados teve desenvolvimento lento até a segunda metade do século XX, por causa das deficiências de meios de transporte e vias de comunicação, principalmente com Campo Grande. A partir dos anos 1950, com a abertura de rodovias, acelerou-se seu desenvolvimento e Dourados tornou-se importante centro agropecuário e de serviços, especialmente a partir dos anos 1970. Nos anos 1990, além do crescimento da agropecuária, o desenvolvimento comercial e de serviços na zona urbana foi decisivo para que Dourados se consolidasse como pólo regional, de serviços e agropecuário para uma região com quase 1 milhão de habitantes, próxima ao Paraguai, o que lhe confere o merecido título de Portal do Mercosul.Com aproximadamente 200 mil habitantes, é a segunda cidade do Estado de Mato Grosso do Sul em população, possuindo um notável desenvolvimento comercial e de serviços. Com o PIB de aproximadamente R$ 3 bi em 2008, segundo o IBGE, o município ficou em segundo lugar no estado, logo atrás da capital. No Brasil ficou entre os 155 maiores PIBs nacionais.Mais antigo
Usina Velha - Dourados-MS
A Usina Velha é o principal patrimônio histórico da cidade de Dourados. Desde que foi inaugurada, em 1949, a Usina Filinto Muller nunca sofreu qualquer alteração em sua arquitetura. Foi tombada como patrimônio histórico de Dourados em 1991."O programa de restauração e revitalização da Usina Velha vai transformar as ruínas do prédio em um berço cultural, onde os artistas locais e a história da cidade terão espaços para a interação com o público. Sabendo do valor emocional e de identidade histórica da parte física da usina, a estrutura do prédio será construída em vidro dentro das ruínas, preservando a arquitetura original da década de 40 no exterior e usando de soluções pós-modernas no interior, como a instalação de sanitários e do elevador para pessoas portadoras de necessidades físicas especiais. "
Dourados dispõe das principais áreas verdes:
• Parques:
Parque dos Ipês
• Horto Florestal: área verde localizada mais ao sul da cidade de Dourados.
• Parque Antenor Martins: o parque foi fundado em 1977 e possui aproximadamente 7.700 m². Seu destaque é um grande lago onde são realizados campeonatos de pesca. O parque já abrigou grandes eventos como o Verão Dourados.
• Parque Arnunpho Fioravanti: se localiza ao lado do terminal rodoviário e shopping center, possuindo um imenso lago e uma grande área de lazer.
• Parque Córrego Rêgo d'Água: parque em área de proteção ambiental, ao longo do leito do córrego Rego D'Água.
• Parque dos Ipês: inaugurado no final de 1995, já abrigou manifestações culturais de grande importância na cidade, como o "mercado étnico", recentemente realizado.
• Praças
• Praça Antonio Álvares Duarte: situada em frente ao Hospital Evangélico, a praça abriga o único terminal de transbordo de Dourados.
• Praça Antonio João: localizada no centro de Dourados, possui um calçadão, conhecido como calçadão central. Ainda fica na Praça a Igreja Católica Central Imaculada Conceição, mais conhecido por Igreja Matriz.
• Praça do Cinqüentenário: relata a história, que a praça foi construída quando Dourados completava 50 anos, em 1985. Eventos musicais, de dança e de teatro são frequentes nessa área pública. Esta praça também recebe eventos religiosos.
• Praça Paraguaia: praça de pequeno porte que abriga uma capela da Virgem Madre de Caacupê.
• Monumentos
• Casa de Madeira (BR-163, Rodovia Dourados - Campo Grande): na data de seu tombamento, era de propriedade de Albino Gonçalves da Silva, no perímetro urbano a do Distrito da Vila São Pedro.
• Cruzeiros: um deles foi tombado como patrimônio histórico do município o "Cruzeiro" é marco do início da colonização do Núcleo Colonial de Dourados. O outro se localiza na CAND (Colônia Agrícola Nacional de Dourados).
• Estação Ferroviária de Itahum (distrito de Itaum): prédio usado para o embarque e desembarque de passageiros.
• Figueiras: se situam nas ruas Wlademiro Muller do Amaral, em frente ao n 274 (1 figueira); Vila Amaral - Av. Pres. Vargas entre Marcelino Pires e Onofre P de Mattos (17 figueiras);Rua João Candido Câmara entre João Vicente Ferreira e Oliveira Marques (12 figueiras); Rua João Rosa Góis entre Joaquim T Alves e Cuiabá (9 figueiras); Avenida Aniz Rasselen, BR-463 (1 figueira).
• Marco de Cimento (Parque dos Ipês): delimita a divisa entre o núcleo urbano de Dourados e a Colônia Agrícola Nacional de Dourados. Foi tombado pelo Patrimônio Histórico Municipal "Presidente Getúlio Vargas".
• Monumento do Colono: popularmente conhecido como "Mão do Bráz"
• Usina Filinto Müller: conhecida também como Usina Velha, na data de seu tombamento ficou estipulado que a antiga usina seria transformada no Museu de Dourados, restaurada pelo poder público municipal, a usina está localizada em uma área de 12.222 m²
Templos
Os principais templos da cidade são:
• Catedral Nossa Senhora Imaculada Conceição (situado no calçadão da cidade)
• Igreja São José Operário
• Igreja Nossa Senhora de Fátima
. Igreja São João Batista
• Igreja Bom Jesus
• Igreja Santa Teresinha
• Igreja Nossa Senhora do Carmo
• Igreja Rainha dos Apóstolos
• Igreja São Carlos
• Igreja Presbiteriana do Brasil de Dourados.
• Igreja Nossa Senhora Aparecida
• Santuário Diocesano de Nossa Senhora Aparecida e Paróquia São Pedro Apóstolo(Distrito de São Pedro)
• Igreja Nossa Senhora Auxiliadora (Distrito de Indápolis
Dourados-MS
Douraos-Ms
Município de Dourados
"Portal do Mercosul
Cidade Modelo"
Aniversário
20 de dezembro
Fundação 20 de dezembro de 1935
Emancipação 20 de dezembro de 1935
Gentílico
douradense
Lema
Terra de Antônio João
Padroeiro(a)
Nossa Senhora da Imaculada Conceição
Prefeito(a)
Murilo Zauith (DEM)
(2009–2012)
Localização
Localização no Mato Grosso do Sul
Dourados é um município brasileiro da região Centro-Oeste, localizado no estado de Mato Grosso do Sul.Fundada em 1935, Dourados teve desenvolvimento lento até a segunda metade do século XX, por causa das deficiências de meios de transporte e vias de comunicação, principalmente com Campo Grande. A partir dos anos 1950, com a abertura de rodovias, acelerou-se seu desenvolvimento e Dourados tornou-se importante centro agropecuário e de serviços, especialmente a partir dos anos 1970. Nos anos 1990, além do crescimento da agropecuária, o desenvolvimento comercial e de serviços na zona urbana foi decisivo para que Dourados se consolidasse como pólo regional, de serviços e agropecuário para uma região com quase 1 milhão de habitantes, próxima ao Paraguai, o que lhe confere o merecido título de Portal do Mercosul.Com aproximadamente 200 mil habitantes, é a segunda cidade do Estado de Mato Grosso do Sul em população, possuindo um notável desenvolvimento comercial e de serviços. Com o PIB de aproximadamente R$ 3 bi em 2008, segundo o IBGE, o município ficou em segundo lugar no estado, logo atrás da capital. No Brasil ficou entre os 155 maiores PIBs nacionais.Mais antigo
Usina Velha - Dourados-MS
A Usina Velha é o principal patrimônio histórico da cidade de Dourados. Desde que foi inaugurada, em 1949, a Usina Filinto Muller nunca sofreu qualquer alteração em sua arquitetura. Foi tombada como patrimônio histórico de Dourados em 1991."O programa de restauração e revitalização da Usina Velha vai transformar as ruínas do prédio em um berço cultural, onde os artistas locais e a história da cidade terão espaços para a interação com o público. Sabendo do valor emocional e de identidade histórica da parte física da usina, a estrutura do prédio será construída em vidro dentro das ruínas, preservando a arquitetura original da década de 40 no exterior e usando de soluções pós-modernas no interior, como a instalação de sanitários e do elevador para pessoas portadoras de necessidades físicas especiais. "
Dourados dispõe das principais áreas verdes:
• Parques:
Parque dos Ipês
• Horto Florestal: área verde localizada mais ao sul da cidade de Dourados.
• Parque Antenor Martins: o parque foi fundado em 1977 e possui aproximadamente 7.700 m². Seu destaque é um grande lago onde são realizados campeonatos de pesca. O parque já abrigou grandes eventos como o Verão Dourados.
• Parque Arnunpho Fioravanti: se localiza ao lado do terminal rodoviário e shopping center, possuindo um imenso lago e uma grande área de lazer.
• Parque Córrego Rêgo d'Água: parque em área de proteção ambiental, ao longo do leito do córrego Rego D'Água.
• Parque dos Ipês: inaugurado no final de 1995, já abrigou manifestações culturais de grande importância na cidade, como o "mercado étnico", recentemente realizado.
• Praças
• Praça Antonio Álvares Duarte: situada em frente ao Hospital Evangélico, a praça abriga o único terminal de transbordo de Dourados.
• Praça Antonio João: localizada no centro de Dourados, possui um calçadão, conhecido como calçadão central. Ainda fica na Praça a Igreja Católica Central Imaculada Conceição, mais conhecido por Igreja Matriz.
• Praça do Cinqüentenário: relata a história, que a praça foi construída quando Dourados completava 50 anos, em 1985. Eventos musicais, de dança e de teatro são frequentes nessa área pública. Esta praça também recebe eventos religiosos.
• Praça Paraguaia: praça de pequeno porte que abriga uma capela da Virgem Madre de Caacupê.
• Monumentos
• Casa de Madeira (BR-163, Rodovia Dourados - Campo Grande): na data de seu tombamento, era de propriedade de Albino Gonçalves da Silva, no perímetro urbano a do Distrito da Vila São Pedro.
• Cruzeiros: um deles foi tombado como patrimônio histórico do município o "Cruzeiro" é marco do início da colonização do Núcleo Colonial de Dourados. O outro se localiza na CAND (Colônia Agrícola Nacional de Dourados).
• Estação Ferroviária de Itahum (distrito de Itaum): prédio usado para o embarque e desembarque de passageiros.
• Figueiras: se situam nas ruas Wlademiro Muller do Amaral, em frente ao n 274 (1 figueira); Vila Amaral - Av. Pres. Vargas entre Marcelino Pires e Onofre P de Mattos (17 figueiras);Rua João Candido Câmara entre João Vicente Ferreira e Oliveira Marques (12 figueiras); Rua João Rosa Góis entre Joaquim T Alves e Cuiabá (9 figueiras); Avenida Aniz Rasselen, BR-463 (1 figueira).
• Marco de Cimento (Parque dos Ipês): delimita a divisa entre o núcleo urbano de Dourados e a Colônia Agrícola Nacional de Dourados. Foi tombado pelo Patrimônio Histórico Municipal "Presidente Getúlio Vargas".
• Monumento do Colono: popularmente conhecido como "Mão do Bráz"
• Usina Filinto Müller: conhecida também como Usina Velha, na data de seu tombamento ficou estipulado que a antiga usina seria transformada no Museu de Dourados, restaurada pelo poder público municipal, a usina está localizada em uma área de 12.222 m²
Templos
Os principais templos da cidade são:
• Catedral Nossa Senhora Imaculada Conceição (situado no calçadão da cidade)
• Igreja São José Operário
• Igreja Nossa Senhora de Fátima
. Igreja São João Batista
• Igreja Bom Jesus
• Igreja Santa Teresinha
• Igreja Nossa Senhora do Carmo
• Igreja Rainha dos Apóstolos
• Igreja São Carlos
• Igreja Presbiteriana do Brasil de Dourados.
• Igreja Nossa Senhora Aparecida
• Santuário Diocesano de Nossa Senhora Aparecida e Paróquia São Pedro Apóstolo(Distrito de São Pedro)
• Igreja Nossa Senhora Auxiliadora (Distrito de Indápolis
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